Aula de redação

Deve-se dar esmola?

Posted on: abril 23, 2008

Não adianta chorar. É preciso ler. Aqui , ali, acolá. Por isso, a partir do próximo post, deixarei um nome de livro a ser adquirido nos sebos da vida. Baratinho, fininho…daqueles “Tudo que você precisa saber sobre as fraldas descartáveis“. Tipo isso.

Pessoal, nesta proposta, procurei copiar os textos na íntegra, na tentativa de poupar seu tempo. Não é preciso terminar a leitura abrindo os links. Estes estão aí para mostrar a fonte e , também, para que conheçam opções de leitura.

Indico o site Cafe Impresso e as crônicas do Estadão, no caso, a do Daniel Piza.

“Já afirmei, várias vezes, que uma das piores criações humanas foi a esmola. E o cristianismo colaborou…
Pode ficar desconcertado, assombrado, assustado, indignado, admirado, boquiaberto, estupefato… ou o que você quiser. Mas continuo insistindo e reafirmo: uma das piores criações humanas foi a esmola.
“Mas como você diz um absurdo desses?”, é o que muita gente vai pensar, ao ler estas linhas. Alguns nem vão terminar a leitura. Sua falsa moralidade ou seu espírito hipocritamente cristão vai me tomar por maluco ou herege, ou ateu, ou desalmado, ou vai pensar que eu esteja tomado por um não sei o que de maldade.
Nem mesmo isso me faz mudar a opinião. Continuo afirmando que a esmola é uma das piores criações humanas. E não estou me baseando em Nietzsche para fazer essas afirmações, pois se nele me fundamentasse minhas afirmações seriam bem mais radicais!
Se quiser parar a leitura, pode ficar à vontade. Mas isso só confirmaria o seu equivoco, deixando de saber o meu ponto de vista. Além disso, parar de ler apenas confirma que você não está preparado para a verdade: ou é moralista, ou não tem senso de moralidade.
Se você é humano, continue a leitura e acompanhe o raciocínio. Estou afirmando que a esmola é uma das piores criações que a espécie humana já produziu, mas não estou dizendo que a caridade, que a solidariedade, que o amor não devem existir. Minha briga é contra a esmola.
Tanto a esmola que é oferecida nas igrejas, na falsa forma de dízimo, ou de ofertas votivas, ou seja lá o que for. Também aqui estão incluídas as esmolas dadas nas portas de bancos, ou nas portas das casas, ou naquelas situações em que um esmolambado se achega e pede… Dar esmola é um péssimo ato.
Lá na igreja o cara oferece o dízimo ou as outras contribuições não por que está convencido de sua importância, mas por que vieram lhe dizer que deve fazer isso. E para não ficar mal visto pelo padre, pelo pastor ou pelos coordenadores da comunidade, o cara vai lá, faz sua ficha e começa a contribuir. O que o moveu? Não a solidariedade, nem a caridade, nem outras possíveis virtudes, mas a vontade de ficar bem visto! Está oferecendo a sobra e não sua essência. Lembre-se de Jesus comentando o gesto do ricaço que deu de sua sobra e da velhinha que deu parte do seu sustento! Dar a sobra não é virtude, é uma forma de ostentar poder, é soberba, é exibicionismo… Nem é convincente a afirmação generalizada de que o dízimo, na mais pura, sincera e contrita vontade de “devolver a Deus parte do que ele nos deu”. Por um motivo simples: quem vai usufruir disso não é Deus; além disso onde já se viu falar que Deus quer receber algo em troca de tudo que nos dá. Se quisesse retribuição não seria Deus…
O mesmo argumento, só que mais radical ainda, vale para aquele gesto em relação ao que vem pedir algo em uma das várias situações do cotidiano. Logo que vê o pedinte, o cara mete a mão no bolso e dá um trocado. Deu porque se solidarizou com o pedinte? Claro que não! Deu porque não queria ser importunado. Deu porque queria se livrar do mau-cheiro, da roupa suja… Deu porque não quis se envolver!
A questão é outra.
O que leva alguém a se tornar um pedinte? Eis algumas situações: o fato de saber que tem alguém que dá. O fato de não ter tido uma oportunidade na vida. O fato de ter sido preterido pelas condições de nascimento, sem acesso ao estudo ou a um trabalho digno. O fato de receber dos programas sociais do governo, num dos tantos programas de “bolsa” isto ou aquilo; um desses tantos programas que cria parasitas…
Nessas situações o cara pensa assim: “se posso ganhar sem trabalhar, por que trabalhar?” Assim sendo, é mais fácil pedir e viver dos restos, do que labutar trabalhosamente e receber uns parcos trocados em troca do trabalho prestado. Lembro uma frase que li, não sei onde: “esmola pra um homem que é são, ou o mata de vergonha ou vicia o cidadão!”. Lembro, também, daquela música que diz que “sem o seu trabalho, o homem não tem honra; e sem a sua honra, se morre, se mata…”. Por paradoxal que possa parecer, não é a esmola que ajuda o cidadão. Essa o humilha, o minimiza. A esmola é a suprema prova de que vivemos num mundo em que manda quem tem e os outros que se explodam.
Ou você já viu alguém que deu “uma esmolinha, pelo amor de deus”, depois ir junto com o cara ajudá-lo a encontrar um trabalho digno? Ou alguém já fez campanha para que os salários sejam dignificantes ao ponto de não ser mais compensador pedir ou roubar? Não se pode esquecer que a situação de miséria é uma das causas de violência social, pois nem todos os marginalizados se sujeitam a viver da humilhação da esmola.
Ou seja, trabalhar é difícil e nem sempre compensador, além de ser cansativo e ter que suportar aporrinhamento de algum patrão xarope que não reconhece o esforço do trabalhador. (Lembrando que tem trabalhador que não merece esse nome pois só pensa em morcegar!). A questão é que, muitas vezes, o valor do trabalho é desconsiderado. A política de salário mínimo mata a vontade de trabalhar. Principalmente quando vemos aqueles que aumentam seus próprios vencimentos já extorsivos aos cofres públicos desconsiderando a vida do trabalhador.
A quem a esmola faz mal? A quem recebe e a quem dá!
A quem recebe porque é levado a se acostumar com a miséria e a humilhação. A quem dá porque acaba pensando que fez um grande favor ao pedinte, quando lhe fez um mal. Além de, naquele que dá, criar uma carapaça moral a partir da qual o sujeito pensa que fazer caridade é dar de suas sobras. E esse é o problema da esmola: não ajuda a superar a situação, mas a alimenta; é um instrumento de manutenção da situação de iniqüidade.
É evidente que necessitamos de caridade e solidariedade. Mas esses valores devem ser cultivados ajudando aquele que a recebe crescer e sair da situação de miséria e marginalidade. Para que deixe de viver de esmola para viver da força de seu braço.”

Neri de Paulo Carneiro

http://www.artigonal.com/educacao-artigos/dar-esmola-373429.html

A satisfação também é subdividida em três partes: orar, jejuar, dar esmola, e isto da seguinte forma(…); “jejuar” inclui todas as obras de mortificação da carne, como vigílias, trabalho, leito duro, vestes grosseiras, etc; “dar esmolas” abrange todas as obras elo amor e da misericórdia para com o próximo.”

Doutor Martinho Lutero, agostiniano de Wittenberg

“Um pretinho de sinal

Antonio Caetano

Que a avenida se chame Princesa Isabel já é uma ironia. Só faltava ser 13 de maio – a data, porque se fosse a rua, o engarrafamento seria igual. Primeira, segunda, ponto morto. E nem adianta ligar o rádio: Hora do Brasil. Primeira, segunda, ponto morto. Lá vem mais um pretinho de sinal. Só que esse é pretinho mesmo, de camisa do Flamengo e tudo. Um vidro fechado, dois, três – e eu, de vidro aberto.

“Tira essa camisa, rapaz…”.
“Já vi que o senhor é vascaíno…”
“Eu não!”
“Então é botafoguense…”
“Mas não espalha…”
“Quer uma pastilha?”.

Era uma dessas pastilhas de hortelã, quadradinhas, antigas como a Hora do Brasil e um pretinho de sinal com a camisa do Flamengo. Procurei no console umas moedas. Sempre guardo moedas no console para ir distribuindo nos sinais. Não tinha.

Quando olhei de volta o pretinho estava encostado na porta, o rosto quase colado no meu, os olhos vermelhos de cansaço. Sorria como se tivesse gostado de mim. E certamente gostara de encontrar abrigo na atenção que lhe dava. Ficou ali, parado, me olhando… Agora, assim de improviso, não saberia descrever o que vi nos olhos do menino. Cansaço, certamente. Mas uma estranha, inesperada calma, a calma de quem tão novo já aprendera a esperar – sem mágoa, sem ansiedade, sem desejo quase – o instante seguinte. Havia, acho, essa terna sabedoria naquele olhar direto e fixo, mas acolhedor, amoroso mesmo.

“Está cansado? Parece…”
“Mais ou menos…”

Eu me sentia embaraçado com a proximidade do menino. Não era por medo: ando de janela aberta o tempo todo, falo com qualquer um que me apareça e, se não tiver grana, dou, ao menos, papo, que é de graça. Também paro em todos os sinais a qualquer hora do dia ou da noite. Em quase todos, pra ser honesto, que também não ando dando mole por aí… Mas era o olhar do menino que me inquietava. Ele queria carinho. Dar e recber carinho.”

Foi à escola hoje?”
“Fui.”
Bom, pelo menos não andava por aí, mais solto que aspas em final de frase…
“E depois veio pra cá?”
“É…”
“Você mora por aqui?”, e apontei vagamente para o Leme, onde há uma favela.
“Não.”
“Onde você mora?”
“Austin”, ele disse, em inglês, paroxítono!
Austin, como Paris, não fica no Texas, mas é tão longe quanto.
“Pô, que horas você acorda?”
“Às sete, pra chegar na escola às oito.”
“E a que horas você sai?”
“Meio-dia”.
“E depois vem pra cá…”
“É…” Meio sem jeito por causa do cinto, passei a mão no rosto dele. Se o sinal não abrisse, acho que ficaríamos um bom tempo os dois, olho no olho, nessa entrevista. Como nunca fui bom repórter, esqueci de perguntar o nome dele. Hoje devo passar por lá de novo. Vou perguntar. Aproveito e compro também umas pastilhas.”

http://www.cafeimpresso.com.br/Cronicas/2001/160401.htm

http://releitura.wordpress.com/2007/07/23/meme-adote-esta-causa/

Deve-se dar esmola?

Daniel Piza

Em jantar com amigos ontem, o assunto surgiu: deve-se ou não dar esmola? Aqui onde moramos o número de famílias sem-teto é cada vez maior e fica difícil não lamentar tanta miséria, principalmente diante das crianças. Mas também sabemos que muitos adultos, que às vezes se fingem de pais, obrigam os meninos a vender, ficam com o dinheiro, gastam em bebida e quase nada dão a elas. Em outros casos, o dinheiro dado pelas nossas consciências culpadas é tal – meninos de rua já me confessaram ganhar mais que R$ 30 por dia, o que dá um “salário” mensal maior que alguns professores ganham por aí – que fica difícil oferecer outra forma de vida a essas pessoas, que não à toa não querem trocar a rua por abrigos e acabam gerando mais filhos para ter mais chances de ganhar esmola. Há também os que fazem malabarismos ou vendem balas, logo a esmola seria uma espécie de retribuição ao seu esforço, ao fato de que – aparentemente – não optaram pelo crime, ainda que os produtos sejam em geral piratas e o comércio de rua prejudique a loja ao lado que paga seus impostos ou até o camelô que é cadastrado pela prefeitura. Outra opinião é a de que se deve dar comida em vez de dinheiro, e por isso vemos tantas famílias às portas dos supermercados. Mesmo assim não estamos ajudando a perpetuar a situação? Enquanto isso, o poder público se exime de fazer sua parte. O que você acha?”

http://blog.estadao.com.br/blog/piza/?title=deve_se_dar_esmola&more=1&c=1&tb=1&pb=1

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8 Respostas to "Deve-se dar esmola?"

Hum, depende muito,ontem dei uma passagem de metrô pra uma senhora, o bilheteiro me proibiu de fazê-lo, mas eu fiz.No trem, o que mais vejo é gente pedindo esmola, motivos não faltam, quando são bons, e quando pedem de um jeito criativo, até dou.Mas tem gente que exagera, diabetes,perna gangrenando, aquele cheiro, aquelas frases de efeito, e pumba…eu fico fulo! Qualquer hospital daria atendimento a casos como o citado, mesmo que com demora…
Acredito no poder da ajuda…Passagem, alimento…
Agora, chegar, pedir dinheiro, assim? Sempre dou alimento, restos de lanches, até pago lanches pras crianças que pedem,compro os adesivos que vendem,ouço as histórias, mas dinheiro…não!

Referente ao primeiro artigo esse cara não conhece bíblia e não conhece Deus para estar c referindo a ele…..

Ewerton

Comente sempre. Pra mim é muito bom trocar idéias. Aliás, gosto de conversar. O que sei da vida? Vou tateando, feito cega.
Mas quando ouço o outro, tenho noção de que o melhor talvez seja ir assim ou voltar.
Isso que escreve…
Eu sei , tb concordo. Procuro ajudar principalmente os mentigos loucos. A política antimanicomial foi bacana, na época eu até revisei um jornal para o Conselho Regional de Psicologia. Fiquei dias lendo a respeito. Ninguém merece ficar preso.
Ocorre que, unida às políticas do Estado que hoje parecem querer ‘lavar as mãos’ e soltar tudo o que puder às ruas, a tal antimanicomial deixou esse pessoal desamparado.
Um dia, depois que eu tirar o ‘saco’ da história dos anos 70 da minha frente (se eu não falar dessa época não vou me achar) quero fazer um blog sobre os mendigos que ajudo.
Há muita história. Reparo que a maioria são louquinhos ‘mansos’ , como se dizia no tempo antigo. Gente que virou alcoólatra, ou foi decaindo na vida…Provêm das classes-médias também. Havia um mendigo negro que quando me via ( ele ficava frente á pararia e deixavam) dizia ” Deusa,,,blá blá (não era abusado não, sou uma senhora)..Ele recitava poemas clássicos. Não sei exato os autores. Um Cruz e Souza?
Há outro que passa cantando rocks num ingLês enroladado que inventa. E se faz de locutor …oferece músicas. Um outro tem um cheiro tão ruim mas tão ruim que só a vontade de não perder a minha’ humanidade’, sim, pq olhar alguém caído na vida e não ajudar me faz sentir muito plástico, isopor…Mas então, perdi o fio, é madrugada e estou ainda dormindo em pé…Mas então, Ews, se eu não ajudo, vou me sentir um isso.
Depois a gente continua. O sentido da vida pra mim é ajudarmo-nos. Só isso. O resto é nascer e morrer. E ajudar é amplo pra falar agora ás 5 h 50.

Beijos

Escreva sempre, meu querido

Rose, concordo plenamente.Aqui em Franco, os mendigos são bem conhecidos,as vezes que saía, conversava com alguns, a maioria foi abandonado pela família, por causa do alcoolismo, alguns até porque tinham ataques epiléticos(absurdo).Certa vez fui fazer um trabalho sobe o manicômio Juquery,que fica aqui na cidade,é lindo lá,pra quem não tem de se tratar, claro.Enfim,os funcionários contaram histórias horríveis sobre tortura e a generalização da loucura,qualquer doença, o psiquiatra já receitava um calmante, e choque neles.

Eu entendo seu ponto de vista,corta o coração ver seres-humanos jogados às ruas, no entanto, esta dor passa, isto que assusta mais, apesar de não resolver, a esmola ajuda, até pra comprar pinga, que atenua dores incessantes. Como disse, dou esmola sim, porque sempre tento não me tornar alguém que olha só pro próprio umbigo,só evito dar dinheiro,pois não sei aonde para onde ele vai…

E outras contribuições, que não dinheiro, são muito mais efetivas do que as pessoas imaginam.Falar, as vezes é a única necessidade de um morador de rua…Se as pessoas olhassem para eles sob outro prisma, as coisas seriam mais fáceis, se a gente parasse de se etiquetar, de se dar preços, e de julgar as pessoas…Se a gente não esquecesse os valores que aprendemos na pré-escola, “não jogue comida no lixo, limpe oi que sujar, respeite as diferenças”, puxa, como o mundo seria um lugar melhor. Eu não jogo comida na rua, não sujo as calçadas e rodovias, não julgo as pessoas pelas suas vestimentas, e respeito muito as diferenças,e por isso me considero um cidadão honesto e com caráter.Só que ninguém atriburia as qualidades citadas a um mendigo, por exemplo.”Eles são burros, podres,uma realidade à parte…” E, o que me incomoda, são as pessoas que dão esmola, e pensam isto.Que não é seu caso. Acho importante o poder da esmola, mas acho importante também, pensar no motivo da caridade, “o que eu espero, dando isto?”. “O que eu agrego á minha formação como humano, ajudando ao próximo?”. E isto, a maioria das pessoas não faz, só jogam uma moedinha lá, e boa…já fiz minha caridade da semana, então hoje não preciso sair do banco preferencial se vir uma velhinha, e nem ajudar nenhum ceguinho a atravessar a rua…

Beijos,prô

vc é um idiota. por que com poucas palvras vc acabou dizendo que Deus ñ é Deus e isso e blasfemia reveja o que vc escreveu seu bundão.

Vc é educada, hein? Quanto deve gostar de Deus! Tanto que trata seus semelhantes como se você fosse um diabo”

LEI QUE INIBI “PEDIÇÃO” DE ESMOLAS EM CAMPINAS

Está para ser votado em Campinas-SP um projeto de lei que busca inibir a “pedição” de esmolas nos semáforos em Campinas.

Deveria haver também multa para quem desse esmolas nos trânsitos, e também nas ruas. Porque a esmola é um claro incetivo a marginalidade.Porque emprego tem aos montes, só falta realmente a vontade de trabalhar de quem precisa.

Muitos podem até argumentar: “ahhh, mas quando não se dá esmola no trânsito pode haver intimidação ao motorista”. Há a intimidação se o motorista chega no farol, e já sabendo que é um ponto de esmolas, mas mesmo assim chega com os vidros totalmente “arreganhados” como é de praxe se ver . Porque quando se fecha os vidros, ou se deixa semi-aberto, não se tendo tanto contato visual com o pedinte, a intimidação ao motorista não existe. Dando uma clara mensagem de: “não darei esmolas”. Infelizmente, a maioria das pessoas não sabe agir e dão ao pedinte a condição de “inibidor”, “intimidador”….., e é aí que é o problema. Não acham??!!

ou eu nao li ate o fim por preguissa ‘-‘

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