Aula de redação

Apocalípticos e integrados – Cultura de massas)

Posted on: abril 23, 2008

Leia a coletânea. É grande. Leia, sem hesitar. O conteúdo é importante. O primeiro documento está no acrobat reader. Se não tiver como ler paciência.

Escreva uma redação na qual você se posicione em relação à cultura de massas. Será que ela é ruim?

Vale a pena recordar que temos a cultura popular ( dos iletrados, vale dizer que o ritual de jogar arroz na noiva faz parte da cultura popular); a erudita ( dos alfabetizados); a de vanguarda( á frente do tempo) e a de massas ( você vai ler a respeito).

http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/rbcc/article/viewFile/731/517

A civilização atual a tudo confere um ar de semelhança
M.Horkheimer e T.Adorno – a Indústria Cultural, 1947

Theodor Adorno – cujo centenário de nascimento celebra-se neste 11 de setembro – nascido em Frankfurt, na Alemanha, em 1903, foi daqueles tantos intelectuais, cientistas, artistas, compositores e escritores alemães, que, na década de 1930, por serem de descendência judaica ou por inclinarem-se pelo socialismo, ou ambas as coisas, foram obrigados a emigrar para os Estados Unidos, naquilo que foi, talvez, a maior evasão de cérebros registrada na história contemporânea. Ele pertencia a um grupo de pensadores extremamente sofisticado que fazia parte da famosa Escola de Frankfurt, fundada em 1923, e que fora constrangido a sair do país nos anos seguintes da ascensão do nacional-socialismo ao poder.

É de se imaginar o contentamento dele quando, ainda na Suíça, no outono de 1938, recebeu um inesperado telefonema de Londres do seu particular amigo e parceiro, Max Horkheimer. Era um convite para que ele fosse à América para assumir uma pesquisa a serviço da Universidade de Princeton, a mesma que, em 1933, convidara Albert Einstein para integrar o seu corpo docente.

Tratava-se de um projeto e tanto, pois a Radio Research Projet queria saber tudo sobre os ouvintes norte-americanos. Nova Iorque provocou-lhe uma estranha reação. Chocou-o a convivência dos “palácios colossais…dos grandes cartéis internacionais”, com sombrios edifícios erguidos para os pequenos negócios, formando, no geral, um ar de cidade desolada. Nem mesmo o plano municipal de levar gente a morar nos subúrbios mais afastados, dando as residências um ar de individualidade, o consolou.

A estandartização americana

Para ele, um europeu refinado que passara boa parte da sua vida cultivando a música modernista de Alban Berg e, depois, a de Schönberg e sua atonalidade incidental, a América pareceu-lhe toda igual. Contraditoriamente, o país que mais celebrava e enaltecia a singularidade, a cada um procurar ser algo bem diferente dos demais, não parava de produzir e imprimir tudo idêntico, tudo estandartizado. A imensa rede de atividades que cobria toda a cidade era regida apenas pela ideologia do negócio. Numa sociedade onde as pessoas somente sorriam se ganhavam uma gorjeta, nada escapava das motivações do lucro e do interesse. Aprofundando-se no estudo da mídia norte-americana, entendeu que por detrás daquele aparente caos, onde rádios, filmes, revistas e jornais, atuavam de maneira livre e independente, havia uma espécie de monopólio ideológico cujo objetivo era a domesticação das massas. Quando o cidadão saía do seu serviço e chegava em casa , a mídia não o deixava em paz, bombardeando-o, a ele e à família, com programas de baixo nível, intercalados com anúncios carregados de clichês conformistas, comprometendo-o com a produção e o consumo.

Não se tratava, para ele, de que aqueles sem fim de novelas e shows de auditórios refletissem a vontade das massas, algo autêntico e espontâneo, vindo do meio do povo. Um anseio que os profissionais da mídia apenas procuravam dar corpo, transformando-os diversão e entretenimento. Ao contrário, demonstrava, isso sim, a existência de uma poderosa e influente indústria cultural que, de forma planejada, impingia aos seus consumidores doses cavalares de lugares comuns e banalidades, cujo objetivo era ajudar a reproduzir “o modelo do gigantesco mecanismo econômico” que pressionava sem parar a sociedade como um todo.

Lá, na América, não havia espaço neutro. Não ocorria uma cisão entre a produção e o lazer. Tudo era a mesma coisa, tudo girava em função do grande sistema. Dessa forma, qualquer coisa que causasse reflexão, uma inquietação mais profunda, era imediatamente expelida pela industria cultural como indigesta ou impertinente. Adorno, terminada a Segunda Guerra, voltou para a Europa, para Frankfurt, atarefado em reabria a sua escola de sociologia. Morreu em 1969, arrasado com a humilhação que estudantes ultra-esquerdistas o submeteram, em plena sala de aula, durante a revolta de 1968/9.

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/2003/09/08/000.htm


Torcer o nariz para a cultura de massa?

Edgar Morin

Por que os intelectuais do “inteiro ambiente” planetário continuam torcendo o nariz para a cultura de massa? Mas, o que existia antes dela, “mass culture” ou “indústria cultural”?

Holderlin, Novalis, Rimbaud, eram eles reconhecidos enquantos vivos? O conformismo burguês, a mediocridade arrogante não reinavam nas letras e nas artes? Antes dos gerentes da grande empresa, dos produtores de cinema, dos burocratas do rádio, não havia os acadêmicos, as personalidades gabaritadas, os salões literários… A velha “alta cultura” tinha horror ao que revolucionava as idéias e as formas. Os criadores se esgotavam sem impor sua obra. Não houve idade de ouro da cultura antes da cultura industrial.

E esta não anuncia a idade de ouro. Em seu movimento, ela traz mais possibilidades que a antiga cultura congelada, mas em sua procura da qualidade média destrói essas possibilidades. Sob outras formas, a luta, entre o conformismo e a criação, o modelo congelado e a invenção, continua.”

http://www2.uol.com.br/JC/_1999/2006/cc2006e.htm”

Apocalípticos e integrados são dois termos de definição “genérica” e “polêmica”, como bem definiu Umberto Eco em seu livro Apocalípticos e Integrados. As duas palavras “fetiches”, nomeadas pelo autor, servem para designar as correntes teóricas: os Críticos de Frankfurt e os funcionalistas. Fetiches porque, segundo Eco, “bloqueiam o discurso”, pois em alguns casos incorrem em discussões polêmicas e evasivas.


Para Eco, os teóricos das duas correntes se diferenciam pela contestação e o questionamento. “O apocalipse é uma obsessão do dissenter, a integração é a realidade concreta dos que não dissentem.


O apocalíptico, seguindo o pensamento de Eco, sobrevive de confeccionar teorias sobre a decadência da sociedade em função da indústria cultural e da cultura de massa. No entanto, esses mesmos teóricos críticos utilizam para difundir suas idéias os próprios canais e meios alienadores da sociedade. “Até que ponto não nos encontramos ante duas faces de um mesmo problema, e não representarão esses mesmos textos apocalípticos o mais sofisticado produto oferecido ao consumo de massa?”, questiona Eco.


“No fundo, o apocalíptico consola o leitor porque lhe permite entrever, sob o derrocar da catástrofe, a existência de uma comunidade de ‘super-homens’, capazes de se elevarem, nem que seja apenas através da recusa, acima da banalidade média”, acrescenta Eco.


Contudo, Eco considera muito importante a crítica dos teóricos de Frankfurt aos funcionalistas, sobre o aspecto de que estes só vêem a cultura de massa e a indústria cultural de forma positiva, para assim se “embebedarem” no lucro da produção contínua da sociedade.


http://ahoraevezreservado.blogspot.com/2007/12/apocalpticos-e-integrados.html

Como a senhora vê a influência da cultura de massa na Literatura Brasileira atual?

Regina – Socorro, que estamos nos afogando na cultura de massa… nossa bóia de salvação, no meu entender, seria o cultivo da cultura popular. Se nos agarrarmos na cultura popular, fazendo dela nosso apanágio, nossa brasilidade, sem patriotadas, mas com a conscientização das nossas tradições, então poderemos nos salvar da cultura de massa. A massificação cultural é um amortecimento da sensibilidade, do conhecimento, é paralizante. Daí nosso espanto, os que ainda não se afogaram, com programas na TV que parece terem sido retirados de casas messalinas, com a ascensão de autonomeados escritores em academias antes freqüentadas pelos olímpicos literários… uma banalização sufocante e assustadora, afogando o que temos de culturalmente genuíno e, por isto, de foro universal. Não digo que vamos nos livrar da indústria cultural, como também denominam a massificação da cultura, pois a força da enchente é avassaladora – mas podemos conviver com ela, ‘protegidos’ pela nossa cultura popular. Acho até que, felizmente, uma boa parte da nossa população, pelo instinto ou por um receio bem infundado, está se refugiando no folclore, na nossa vida caipira, em certos hábitos tradicionais, para enfrentar este arrombamento de comportas como parece ser a intrusão da cultura de massa. A literatura só tem a perder quando embarca por este rio sem margens e sem fundo, que a massificação cultural. Quero distinguir aqui, dentro dos limites de uma resposta breve, que, do meu ponto de vista, a cultura de massa é uma forma de ópio, um entorpecimento da sensibilidade; e que a cultura popular é a parte sadia, viva, atuante, genuína da nossa cultura, é o povo – com mamulengos ou ‘bota aqui o seu pezinho’, com as cavalhadas e os bois de Parintins, com os festejos em Alagoas e em Alter do Chão, com o teatro de rua, com os corais escolares – esta cultura, popular e arraigada na nossa história, corre o perigo de ser afogada pelas enxurradas diárias da cultura de massa – esse rolo, esse trator da industrializaçao, da banalização, que nos afasta das nossas raízes e das nossa dimensões criativas.”

Regina Igel é professora titular de Literaturas e Culturas em Língua Portuguesa no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Maryland.

http://www.sobresites.com/poesia/igel2.htm

A CULTURA DE MASSAS NA DÉCADA DE 1930

CONCEITO


No final dos anos 20 e sobremodo na década de 1930, uma série de manifestações culturais – vinculadas a uma nascente indústria de lazer – emergia poderosamente, atingindo todos os segmentos sociais do mundo urbanizado. O rádio, o cinema e a música popular avançavam a grandes saltos. Começava-se a viver, então, a chamada Era da cultura de massas.

Este novo fenômeno, a utilização dos novos meios de informação, capazes de atingir simultaneamente grandes camadas da população, para divulgar cultura e anúncios, mereceu sérios estudos de suas escolas de pensamento: uma nos EEUU, conhecida como Escola de Chicago; e outra, na Alemanha, chamada Escola de Frankfurt. A primeira, preocupada com a maneira como o homem interagiria com essas novas mídias, estudou apenas os aspecto técnico e físico dessa interação, sem entrar na questão de que tipo de conteúdo seria veiculado pelos novos meios de comunicação. Já a escola de Frankfurt estava preocupada essencialmente com o conteúdo, compondo terríveis manifestos contra a vulgarização da arte. São célebres os escritos de Adorno e Hockheimer contra a música popular, e o também clássico ensaio de Walter Benjamim contra a possibilidade de manter a aura das obras de arte uma vez que fossem reproduzidas e copiadas pelas novas técnicas de comunicação.

A escola de Frankfurt foi responsável, também, por formular o conceito de Indústria cultural, que seria o modo como a sociedade capitalista manipularia os indivíduos, através dos meios de comunicação de massa, para anular-lhes as individualidades e a capacidade crítica, formando uma massa homogênea que consumiria com mais facilidade poucos produtos culturais, produzidos em larga escala como na indústria tradicional.

O fato é que, enquanto a intelectualidade estava preocupada em discutir como utilizar essas novas mídias, governos, empresários e anunciantes, festejavam o espantoso crescimento do setor.

O RÁDIO

O desenvolvimento tecnológico de transmissão e recepção radiofônica, durante a década de 30, coincidiu com a idéia de publicidade comercial, que incrementou as programações e a profissionalização do meio. Os grandes líderes da época passaram a utilizar espaços no rádio para expor suas idéias. Os nazistas estatizaram o setor, em 1933, e não se pode imaginar a figura de Hitler sem o seu hipnótico vociferar diante dos microfones. Stálin e Roosevelt também usaram o rádio com enorme talento para animar seus povos. Getúlio Vargas não apenas sabia falar com a população, mas tratou de instrumentalizar o novo meio dentro de seus objetivos políticos. Em 1938, surgiria o mais famoso serviço radiofônico do planeta, a BBC (British Broadcasting Corporation), cujo papel na resistência à selvageria nazista foi inigualável.

Em princípio, a programação das emissoras privadas buscava a popularização da chamada alta cultura: música erudita, leitura de peças teatrais, noticiários, Mas nos EEUU e, em seguida, no Brasil, houve uma identificação com as exigências, nem sempre apuradas, dos ouvintes. O objetivo das emissoras tornou-se mercantil, o custo dos anúncios estava relacionada com a audiência, fazia-se necessário agradar os consumidores. Até mesmo uma rádio estatizada, como a poderosa Nacional, do Rio de Janeiro, não se furtava a disputar o mercado, valendo-se do mais intenso populismo.

No Brasil, as primeiras emissoras preocuparam-se em ampliar o alcance e melhorar a qualidade de som e, em seguida, cativar o público. Os programas de variedades obtiveram repercussão imediata e neles a música popular ocupava papel preponderante. (Devemos lembrar que pouquíssimas famílias possuíam gramofones ou as “modernas” vitrolas.) Por isso, as emissoras de maior audiência (Record, Tupi, Mayrink Veiga, Nacional) começaram a contratar, com exclusividade, orquestras e cantores. Como mesmo assim, faltavam artistas, surgiram programas de calouros cujo prêmio principal era a assinatura de um bom contrato.

Embora a época de ouro do rádio brasileiro acontecesse nas décadas posteriores (40 e 50), nomes inesquecíveis da cultura popular já tinham aparecido nos anos 30: compositores como Lamartine Babo, Ari Barroso; cantores como Orlando Silva, Chico Alves, Sílvio Caldas, Araci de Almeida, Dalva de Oliveira e outros.”

http://educaterra.terra.com.br/literatura/romancede30/2003/07/07/000.htm

Apocalípticos e integrados,
os pedagogos da mídia

Rômulo Gomes

Quando se trata da relação entre a mídia e o homem no meio social, em qualquer um de seus contextos, a discussão se torna polêmica. Um agravante é adicionado quando o foco reside na influência exercida sobre as crianças.

Neste ínterim, o debate a respeito da manipulação ideológica adquire duas vertentes no embate. Parafraseando Umberto Eco, pode-se dividir os grupos entre os apocalípticos (que desconsideram qualquer aspecto positivo na manipulação da informação) e integrados (aqueles que estabelecem aspectos positivos).

De fato, após a criação da indústria cultural, termo cunhado pelos frankfurtianos Theodor Adorno e Max Horkheimer nos anos 40, muito negativismo surgiu na atual sociedade conflitiva. Esta discussão adentra propostas pedagógicas preocupadas no melhor desenvolvimento das crianças. Walter Benjamim, por sua vez, também teórico da Escola de Frankfurt, adota uma posição integralista, em que o conteúdo exposto pela mídia pode e é bem aproveitado.

O discurso iniciado por Adorno e Horkheimer demonstra como o uso indiscriminado e impensado da mídia pelas elites pode comprometer a sociabilização do homem. Em relação às crianças, a passividade à crítica deve ser ainda maior. Milhares delas consomem, diariamente, uma carga ideológica tão grande que impede a formação reflexiva. As crianças que demonstram comportamento agressivo cultivam uma relação supranecessária com a televisão; aquelas que têm um rendimento escolar abaixo do ideal geralmente apresentam o mesmo vínculo.

Em contrapartida, a percepção das mensagens pelas crianças, quando é efetivada, gera uma infinidade de associações cognitivas. Surgem soluções criativas e uma boa adaptação de elementos díspares, que podem trazer resultados fundamentais para o aprendizado e concentração no estudo. Ecletismo. Muito do material consumido pelas crianças – livros, filmes, programas infantis, desenhos – pode trazer informação positiva, que posteriormente será representada pelas mesmas.

Representações

O francês Henri Lefébvre diz que as representações “se originam no vivido, são fatos da palavra, atravessam a linguagem”. Assim, as manifestações da criança têm como fundo sua vivência intelectual no período em que ela forma a mente, nos sete primeiros anos, e sua formação ideológica.

Provém daí, segundo o psicólogo Augusto César Maia, em Relacionamento Familiar, a formação da mente. Os valores agregados nesta idade são demonstrados em toda a vida do indivíduo, quer sejam bons ou ruins. Somente com ajuda de um psicólogo os traumas adquiridos podem ser transformados.

Ainda sobre a reflexão de Lefébvre, o termo “palavra” sugere uma gama de significados. Entres esse, pode-se relacionar o de Mikhail Bakhtin, em Marxismo ao Fundamentalismo, que induz o pensamento da seguinte forma: “A palavra está sempre carregada de um conteúdo ou de um sentido ideológico ou vivencial.”

Dessa forma, as representações, frutos da palavra, devem ser constantemente analisadas pelo seu teor ideológico. Boas ou ruins, serão a base da criança em seu relacionamento com as pessoas.

Mídia e educação

Atualmente, inúmeras parcerias têm sido feitas para o aproveitamento da mídia pelas crianças, como a Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes. Organizado pela World Summit on Media for Children Foundation, é uma iniciativa que, desde 1995, estuda propostas mais eficazes do uso da mídia para crianças. Voltado a produtores e outros profissionais da “indústria cultural”, a Cúpula discute e procura chegar a um consenso para que os meios de comunicação sejam aproveitados da melhor forma.

Além de fóruns e outros debates, pesquisas revelam que a criança tem uma afinidade muito natural com a televisão. Na sala de aula, as várias mídias têm contribuído para facilitar esta autonomia, de forma que se tornem mais seletivas.

Segundo o sociólogo Émile Durkheim, em As Regras do Método Sociológico, a educação é um dos principais agentes coercitivos, responsável por moldar as crianças à sociedade. Durkheim também afirma que a sociedade detém um caráter de exterioridade aos indivíduos. Estes, ao não se adequarem, sofrem sanções psicológicas.

Em geral, a televisão é o primeiro educandário infantil a promover a inclusão de jovens pensantes ao mundo. Desta forma, é fundamental que a veiculação de valores inerentes a sociabilização e boa conduta seja preponderante na mídia. O caráter coercitivo, garantido na escola, deve ser explorado pelos mass media, já que ele é muito mais impactante.

Este pensamento é análogo à acadêmica Teoria dos Freios e Contrapesos. Esta propunha a diminuição do poder do rei e tentava desvincular o seu absolutismo. No caso da mídia, os freios e contrapesos seriam o repensamento do conteúdo emitido pela televisão ou outra mídia. Aqui, não mais existiriam apocalípticos ou integrados, já que a intenção é selecionar o que pode ser aproveitado, fazer uma coleta seletiva de material relevante para as crianças – algo que elas mesmas estão começando a fazer por si só.

Aos lixeiros, paciência. Aos produtores, sabedoria. Enfim, tudo dá mídia, mas da mídia não vem tudo.

http://www.canaldaimprensa.com.br/canalant/debate/vigprim/debate4.htm

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