Aula de redação

Leiturinha. Immanuel Kant

Posted on: maio 29, 2008

Atenção

Os links que coloquei aqui são de sites bacanas para quem quer conhecer um tanto de filosofia.

Acho que é bom ler um pouco de Kant. Se puder, anote algumas frases.

“Eliminai, pouco a pouco, do vosso conceito de experiência de um corpo tudo que nele é empírico, a cor, a rugosidade ou maciesa, o peso, a própria impenetrabilidade; restará, por fim, o espaço que esse corpo (agora totalmente desaparecido) ocupava e que não podeis eliminar.” Introdução (B) do livro Crítica da Razão Pura, de Immanuel Kant, pág. 39, edição da Fundação Calouste Gulbenkian

“egundo alguns estudiosos de filosofia, analisar um texto filosófico é conseguir uma espécie de tradução um tanto mais clara que o próprio texto. Posto isso, tentarei ser, conforme argumentam estes estudiosos, mais claro que o próprio Kant.

Acredito, porém, que não seja fácil tal trabalho e que os estudiosos que defendem tal postura saberão compreender minhas enormes dificuldades para cumprir tal missão.

O trecho acima, da obra de Kant, começa afirmando que nós temos que eliminar, “pouco a pouco”, do nosso “conceito de experiência de um corpo tudo que é nele empírico”. Creio que nesse ponto surge a primeira pergunta: qual é o meu conceito de experiência, ou melhor, qual o nosso conceito de experiência, ou, melhor ainda, o que é experiência para Kant?

Para Kant, a experiência é o resultado dos dados sensoriais elaborados pelo intelecto, ou seja, Kant acredita que o conhecimento empírico implica uma participação intelectual nos dados sensoriais.

Kant entende que as sensações são a matéria bruta que, depois, será elaborada pelo entendimento e se tornará experiência. Para Kant, há dois conceitos de experiência. O primeiro é aquele entendido no sentido empirista; o segundo, aquele em que a experiência é um tipo de conhecimento que pressupõe um conhecimento sensível e outro a priori. A meu ver, é a junção desses dois conceitos que forma a experiência em Kant.

Podemos dizer, de outra forma, que o conhecimento a priori é aquele que não é empírico, ou seja, que não pode ser definido propositivamente. Porém, sabemos que a filosofia é, para Kant, reconhecimento dos limites e das capacidades da razão. A filosofia kantiana afirma que, assim como na física newtoniana, é possível, no pensamento filósofico, um conhecimento a priori, isto é, um conhecimento não-empírico.

Portanto, quando Kant fala em eliminar, “pouco a pouco”, o nosso “conceito de experiência”, ele está propondo um nova maneira de compreender as coisas. Uma revolução. Kant propõe que os conhecimentos a priori não devem ser fundados na experiência, por isso que devemos eliminar, “pouco a pouco”, nossos “conceitos de experiência” (cor, rugosidade, macieza, peso e impenetrabilidade), pois só assim chegaremos onde Kant quer: no conhecimento da existência da intuição pura e a priori de espaço.

Conforme o parágrafo que escolhemos da obra de Kant, se retirarmos tudo o que há de empírico num corpo sobrará, ao final desse strip tease, apenas o espaço que esse corpo ocupava. O espaço passa então à condição interna do conhecimento e de acesso aos fenômenos espaço-temporais: “Jamais será possível representar que não há espaço, anotou Kant, embora se possa muito bem pensar que nele não se encontre objeto algum. É ele, portanto, considerado a condição de possibilidade interna e subjetiva da sensibilidade”.1

Com isso Kant quer dizer que há, no conhecimento humano, a necessidade da existência desse “piso”, desse “solo” sobre o qual se constrói tudo aquilo que experimentamos. Dito de outra forma, ele se pergunta: “quais são as condições de nossa experiência?”2

Uma das condições para a nossa experiência é o espaço, sendo que esse espaço a priori da intuição pura de Kant, fundado exclusivamente na geometria euclidiana, não é empírico. A revolução feita por Kant está no fato dele ter descoberto que o espaço não é um conceito que se refere ao conteúdo do pensamento humano, mas às formas a priori de nossa capacidade de perceber e pensar, ou seja, “podemos conhecer o mundo somente nas formas de tempo e espaço que estão inscritas em nossa razão, anteriores a todo conhecimento”3. Esse espaço, para Kant, é absolutamente abstrato e a-histórico, válido igualmente para todas épocas, culturas e formas sociais. Ele é uma espécie de necessidade que não é a necessidade lógico-formal (para Kant, a necessidade é um critério que permite conhecer a aprioridade). Espaço, para ele, é a espacialidade pura e simples, sem nenhuma dimensão específica.

Espaço é uma forma pura da intuição. Na visão kantiana, portanto, o espaço é abstrato, sem conteúdo e sempre uniforme. É esse espaço que resta quando tiramos, como pede a frase de Kant, todos os conhecimentos empíricos de um corpo. Kant propõe o espaço como algo completamente independente do corpo que o ocupa. Esse espaço, para Kant, é uma intuição indivisível, única, que será sempre singular. Não podemos colocar, por exemplo, um espaço ao lado de outro espaço. O espaço, para Kant, será, portanto, sempre uma unidade e por isso ele não é um conceito, mas uma intuição. Para Kant, num conceito têm-se primeiro as partes e depois o todo. Na intuição não. Na intuição do espaço haverá sempre a intuição da espacialidade. Isso faz do espaço uma intuição pura a priori e independente do corpo que o ocupa, a qual servirá como base para toda a nossa experiência. Por isso Kant afirma, no trecho que escolhemos de sua obra, que nós não podemos eliminar o espaço absoluto da física newtoniana. O espaço que é a “arena geométrica onde fenômenos naturais ocorrem”.4

Segundo Merleau-Ponty, “Kant tentou traçar uma linha de demarcação rigorosa entre o espaço enquanto forma da experiência externa e as coisas dadas nessa experiência. Não se trata, bem entendido, de uma relação de continente a conteúdo, já que essa relação só existe entre objetos, nem mesmo de uma relação de inclusão lógica, como a que existe entre o indivíduo e a classe, já que o espaço é anterior às suas pretensas partes, que sempre são recortadas nele. O espaço não é o ambiente (real ou lógico) em que as coisas se dispõem, mas o meio pelo qual a posição das coisas se torna possível”5.

Kant revolucionou a filosofia, pois exigiu que ela fizesse o estudo de sua própria capacidade de conhecer e com isso demonstrou a existência universal e necessária do espaço como intuição pura a priori. Posteriormente, o espaço a priori da intuição pura de Kant, fundado exclusivamente na geometria euclidiana, vai ser enriquecido pela intencionalidade da consciência de Husserl e, a partir das lições de Merleau-Ponty, por uma subjetividade que atua na percepção deste espaço 6.”

Retirei este trecho daqui, aliás, bom site

http://www.speculum.art.br/module.php?a_id=973

Vida de Kant ( resuminho)

Immanuel Kant nasceu, estudou, lecionou e morreu em Koenigsberg. Jamais deixou essa grande cidade da Prússia Oriental, cidade universitária e também centro comercial muito ativo para onde afluíam homens de nacionalidade diversa: poloneses, ingleses, holandeses. A vida de Kant foi austera (e regular como um relógio). Levantava-se às 5 horas da manhã, fosse inverno ou verão, deitava-se todas as noites às dez horas e seguia o mesmo itinerário para ir de sua casa à Universidade. Duas circunstâncias fizeram-no perder a hora: a publicação do Contrato Social de Rosseau, em 1762, e a notícia da vitória francesa em Valmy, em 1792. Segundo Fichte, Kan

Kant sofreu duas influências contraditórias: a influência do pietismo, protestantismo luterano de tendência mística e pessimista (que põe em relevo o poder do pecado e a necessidade de regeneração), que foi a religião da mãe de Kant e de vários de seus mestres, e a influência do racionalismo: o de Leibnitz, que Wolf ensinara brilhantemente, e o da Aufklärung (a Universidade de Koenigsberg mantinha relações com a Academia Real de Berlim, tomada pelas novas idéias). Acrescentemos a literatura de Hume que “despertou Kant de seu sono dogmático” e a literatura de Russeau, que o sensibilizou em relação do poder interior da consciência moral.

A primeira obra importante de Immanuel Kant – assim como uma das últimas, o Ensaio sobre o mal radical – consagra-o ao problema do mal: o Ensaio para introduzir em filosofia a noção de grandeza negativa (1763) opõe-se ao otimismo de Leibnitz, herdeiro do otimismo dos escoláticos, assim como do da Aufklärung. O mal não é a simples “privatio bone”, mas o objeto muito positivo de uma liberdade malfazeja. Após uma obra em que Kant critica as ilusões de “visionário” de Swedenborg (que pretende tudo saber sobre o além), segue-se a Dissertação de 1770, que vale a seu autor a nomeação para o cargo de professor titular (professor “ordinário”, como se diz nas universidades alemãs).

Nela, Kant distingue o conhecimento sensível (que abrange as instituições sensíveis) e o conhecimento inteligível (que trata das idéias metafísicas). Em seguida, surgem as grandes obras da maturidade, onde o criticismo kantiano é exposto. Em 1781, temos a Crítica da Razão Pura, cuja segunda edição, em 1787, explicará suas intenções “críticas” (um estudo sobre os limites do conhecimento). Os prolegômenos a toda metafísica futura (1783) estão para a Crítica da Razão Pura assim como a Investigação sobre o entendimento de Hume está para o Tratado da Natureza Humana: uma simplificação brilhante para o uso de um público mais amplo. A Crítica da Razão Pura explica essencialmente porque as metafísicas são voltadas ao fracasso e porque a razão humana é impotente para conhecer o fundo das coisas. A moral de Kant é exposta nas obras que se seguem: o Fundamento da Metafísica dos Costumes (1785) e a Crítica da Razão Prática (1788). Finalmente, a Crítica do Juízo (1790) trata das noções de beleza (e da arte) e de finalidade, buscando, desse modo, uma passagem que una o mundo da natureza, submetido à necessidade, ao mundo moral onde reina a liberdade.

Kant encontrara proteção e admiração em Frederico II. Seu sucessor, Frederico-Guilherme II, menos independente dos meios devotos, inquietou-se com a obra publicada por Kant em 1793 e que, apesar do título, era profundamente espiritualista e anti-Aufklärung: A religião nos limites da simples razão. Ele fez com que Kant se obrigasse a nunca mais escrever sobre religião, “como súdito fiel de Sua Majestade”. Kant, por mais inimigo que fosse da restrição mental, achou que essa promessa só o obrigaria durante o reinado desse príncipe! E, após o advento de Frederico-Guilherme III, não hesitou em tratar, no Conflito das Faculdades (1798), do problema das relações entre a religião natural e a religião revelada! Dentre suas últimas obras citamos A doutrina do direito, A doutrina da virtude e seu Ensaio filosófico sobre a paz perpétua (1795).

A Ciência e a Metafísica

O método de Immanuel Kant é a “crítica”, isto é, a análise reflexiva. Consiste em remontar do conhecimento às condições que o tornam eventualmente legítimo. Em nenhum momento Kant duvida da verdade da física de Newton, assim como do valor das regras morais que sua mãe e seus mestres lhe haviam ensinado. Não estão, todos os bons espíritos, de acordo quanto à verdade das leis de Newton? Do mesmo modo todos concordam que é preciso ser justo, que a coragem vale mais do que do que a covardia, que não se deve mentir, etc… As verdades da ciência newtoniana, assim como as verdades morais, são necessárias (não podem não ser) e universais (valem para todos os homens e em todos os tempos). Mas, sobre que se fundam tais verdades? Em que condições são elas racionalmente justificadas? Em compensação, as verdades da metafísica são objeto de incessantes discussões. Os maiores pensadores estão em desacordo quanto às proposições da metafísica. Por que esse fracasso?

Os juízos rigorosamente verdadeiros, isto é, necessários e universais, são a priori, isto é independentes dos azares da experiência, sempre particular e contigente. À primeira vista, parece evidente que esses juízos a priori são juízos analíticos. Juízo analítico é aquele cujo predicado está contido no sujeito. Um triângulo é uma figura de três ângulos: basta-me analisar a própria definição desse termo para dizê-lo. Em compensação, os juízos sintéticos, aqueles cujo atributo enriquece o sujeito (por exemplo: esta régua é verde), são naturalmente a posteriori; só sei que a régua é verde porque a vi. Eis um conhecimento sintético a posteirori que nada tem de necessário (pois sei que a régua poderia não ser verde) nem de universal (pois todas as réguas não são verdes).

Entretanto, também existem (este enigma é o ponto de partida de Kant) juízos que são, ao mesmo tempo, sintéticos e a priori! Por exemplo:a soma dos ângulos de um triângulo equivale a dois retos. Eis um juízo sintético (o valor dessa soma de ângulos acrescenta algo à idéia de triângulo) que, no entanto, é a priori. De fato eu não tenho necessidade de uma constatação experimental para conhecer essa propriedade. Tomo conhecimento dela sem ter necessidade de medir os ângulos com um transferidor. Faço-o por intermédio de uma demonstração rigorosa. Também em física, eu digo que o aquecimento da água é a causa necessária de sua ebulição (se não houvesse aí senão uma constatação empírica, como acreditou Hume, toda ciência, enquanto verdade necessária e universal, estaria anulada). Como se explica que tais juízos sintéticos e a priori sejam possíveis?

Eu demonstro o valor da soma dos ângulos do triângulo fazendo uma construção no espaço. Mas por que a demonstração se opera tão bem em minha folha de papel quanto no quadro negro… ou quanto no solo em que Sócrates traçava figuras geométricas para um escravo? É porque o espaço, assim como o tempo, é um quadro que faz parte da própria estrutura de meu espírito. O espaço e o tempo são quadros a priori, necessários e universais de minha percepção (o que Kant mostra na primeira parte da Crítica da Razão Pura, denominada Estética transcendental. Estética significa teoria da percepção, enquanto transcendental significa a priori, isto é, simultaneamente anterior à experiência e condição da experiência). O espaço e o tempo não são, para mim, aquisições da experiência. São quadros a priori de meu espírito, nos quais a experiência vem se depositar. Eis por que as construções espaciais do geômetra, por mais sintéticas que sejam, são a priori, necessárias e universais. Mas o caso da física é mais complexo. Aqui, eu falo não só do quadro a priori da experiência, mas, ainda, dos próprios fenômenos que nela ocorrem. Para dizer que o calor faz ferver a água, é preciso que eu constate. Como, então, os juízos do físico podem ser a priori, necessários e universais?

É porque, responde Kant, as regras, as categorias, pelas quais unificamos os fenômenos esparsos na experiência, são exigências a priori do nosso espírito. Os fenômenos, eles próprios, são dados a posteriori, mas o espírito possui, antes de toda experiência concreta, uma exigência de unificação dos fenômenos entre si, uma exigência de explicação por meio de causas e efeitos. Essas categorias são necessárias e universais. O próprio Hume, ao pretender que o hábito é a causa de nossa crença na causalidade, não emprega necessariamente a categoria a priori de causa na crítica que nos oferece? “Todas as intuições sensíveis estão submetidas às categorias como às únicas condições sob as quais a diversidade da intuição pode unificar-se em uma consciência”. Assim sendo, a experiência nos fornece a matéria de nosso conhecimento, mas é nosso espírito que, por um lado, dispõe a experiência em seu quadro espacio-temporal (o que Kant mostrará na Estética transcendental) e, por outro, imprime-lhe ordem e coerência por intermédio de suas categorias (o que Kant mostra na Analítica transcendental). Aquilo a que denominamos experiência não é algo que o espírito, tal como cera mole, receberia passivamente. É o próprio espírito que, graças às suas estruturas a priori, constrói a ordem do universo. Tudo o que nos aparece bem relacionado na natureza, foi relacionado pelo espírito humano. É a isto que Kant chama de sua revolução copernicana. Não é o Sol, dissera Copérnico, que gira em torno da Terra, mas é esta que gira em torno daquele. O conhecimento, diz Kant, não é o reflexo do objeto exterior. É o próprio espírito humano que constrói – com os dados do conhecimento sensível – o objeto do seu saber.

Na terceira parte de sua Crítica da Razão Pura, na dialética transcendental, Kant se interroga sobre o valor do conhecimento metafísico. As análises precedentes, ao fundamentar solidamente o conhecimento, limitam o seu alcance. O que é fundamentado é o conhecimento científico, que se limita a por em ordem, graças às categorias, os materiais que lhe são fornecidos pela intuição sensível.

No entanto, diz Immanuel Kant, é por isso que não conhecemos o fundo das coisas. Só conhecemos o mundo refratado através dos quadros subjetivos do espaço e do tempo. Só conhecemos os fenômenos e não as coisas em si ou noumenos. As únicas intuições de que dispomos são as intuições sensíveis. Sem as categorias, as intuições sensíveis seriam “cegas”, isto é, desordenadas e confusas, mas sem as intuições sensíveis concretas as categorias seriam “vazias”, isto é, não teriam nada para unificar. Pretender como Platão, Descartes ou Spinoza que a razão humana tem intuições fora e acima do mundo sensível, é passar por “visionário” e se iludir com quimeras: “A pomba ligeira, que em seu vôo livre fende os ares de cuja resistência se ressente, poderia imaginar que voaria ainda melhor no vácuo. Foi assim que Platão se aventurou nas asas das idéias, nos espaços vazios da razão pura. Não se apercebia que, apesar de todos os seus esforços, não abria nenhum caminho, uma vez que não tinha ponto de apoio em que pudesse aplicar suas forças”.

Entretanto, a razão não deixa de construir sistemas metafísicos porque sua vocação própria é buscar unificar incessantemente, mesmo além de toda experiência possível. Ela inventa o mito de uma “alma-substância” porque supõe realizada a unificação completa dos meus estados d’alma no tempo e o mito de um Deus criador porque busca um fundamento do mundo que seja a unificação total do que se passa neste mundo… Mas privada de qualquer ponto de apoio na experiência, a razão, como louca, perde-se nas antinomias, demonstrando, contrária e favoravelmente, tanto a tese quanto a antítese (por exemplo: o universo tem um começo? Sim pois o infinito para trás é impossível, daí a necessidade de um ponto de partida. Não, pois eu sempre posso me perguntar: que havia antes do começo do universo?). Enquanto o cientista faz um uso legítimo da causalidade, que ele emprega para unificar fenômenos dados na experiência (aquecimento e ebulição), o metafísico abusa da causalidade na medida em que se afasta deliberadamente da experiência concreta (quando imagino um Deus como causa do mundo, afasto-me da experiência, pois so o mundo é objeto de minha experiência). O princípio da causalidade, convite à descoberta, não deve servir de permissão para inventar.

Bom site. Bom para consultas básicas.

http://www.mundodosfilosofos.com.br/kant.htm

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