Aula de redação

Uel. Múltipla escolha. Língua Portuguesa

Posted on: junho 10, 2008

LÍNGUA PORTUGUESA
LITERATURA BRASILEIRA
LITERATURA PORTUGUESA
As questões de 01 a 03 referem-se a uma
estrofe, transcrita abaixo, do poema de
Fernando Pessoa.
MAR PORTUGUÊS
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Fonte: PESSOA, F. Mensagem. In: Mensagem e outros poemas
afins seguidos de Fernando Pessoa e idéia de Portugal. Mem
Martins: Europa-América [19-].
01- Com base no texto e nos conhecimentos sobre
o tema, a frase “Tudo vale a pena quando a
alma não é pequena” remete a:
a) Se o objetivo é a grandeza da pátria, não
importam os sacrifícios impostos a todos.
b) Quando o resultado leva à paz, os meios
justificam a finalidade almejada.
c) Todas as pessoas têm valores próprios, por
isso a guerra é defendida pelos governantes.
d) O sacrifício é compensador mesmo que
fiquemos insensíveis diante do bem comum.
e) Tudo vale a pena quando temos o que
almejamos e isso não implique enfrentamento
de perigos.
02- Em “Ó mar salgado, quanto do teu sal / São
lágrimas de Portugal”. A expressão Ó mar
salgado classifica-se, sintaticamente, como:
a) Sujeito, pois expressa o ser de quem se diz
algo.
b) Objeto, pois completa o sentido do verbo
transitivo direto.
c) Vocativo, pois expressa o ser a quem se dirige
a mensagem do narrador.
d) Complemento nominal, pois completa a idéia
expressa por um nome.
e) Aposto, pois explica e identifica o termo a que
se refere o narrador.
03- Em relação aos mesmos versos da questão
anterior, ocorrem, respectivamente, duas
figuras de linguagem nomeadas:
a) Metáfora e onomatopéia.
b) Catacrese e ironia.
c) Anacoluto e antítese.
d) Sinédoque e aliteração.
e) Pleonasmo e metáfora.
As questões de 04 a 06 referem-se ao texto abaixo.
O lado soft do metal
O canadense Sam Dunn estudava refugiados
guatemaltecos, mas resolveu voltar seu foco
para outra “tribo”: fãs e músicos do heavy
metal. Depois de cinco anos de filmagens, o
antropólogo, fã do gênero, e o (co-diretor) Scot
McFadyen lançaram o documentário “Metal: a
Headbanger’s Journey”, exibido em algumas
cidades do Canadá, EUA e Inglaterra e com
DVD à venda na internet. Dunn acredita que
alcançou seu objetivo principal: desmistificar a
imagem dos “metaleiros” como violentos e
ignorantes. A maior polêmica abordada no filme
diz respeito aos incêndios em igrejas cristãs na
Noruega, no começo dos anos 90, provocados
por pessoas envolvidas com o black metal,
como o músico Jorn Tunsberg. “O cristianismo
norueguês é uma força limitadora para muitos
jovens, e o metal fornece escape para eles se
rebelarem. Os incêndios têm mais relação com
esse ressentimento do que com a música em
si”, afirma.
Fonte: Adaptado da Revista Galileu. São Paulo, n.o 180,
Editora Globo, jul. 2006, p.11.
04- Quanto ao texto, é correto afirmar que o
objetivo fundamental é:
a) Articular argumentos em defesa de
determinado comportamento.
b) Divulgar estudo científico sobre determinado
comportamento.
c) Prescrever, cientificamente, modos
diferenciados de comportamento.
d) Descrever, em termos científicos, determinado
comportamento.
e) Promover a ironia sobre determinado
comportamento exótico.
05- É correto afirmar que o heavy metal constitui-se
um gênero musical controverso porque:
a) Pode ser um movimento libertador.
b) Os “metaleiros” são ignorantes e violentos.
c) O cristianismo norueguês é limitador.
d) Desvela a grande revolta dos “metaleiros”.
e) O antropólogo mudou o foco de sua pesquisa.
06- O estrangeirismo, no título do texto, é utilizado
para captar o contraditório. É correto afirmar
que, usando o estrangeirismo, o autor recorreu
a um recurso denominado:
a) Eufemismo
b) Antítese.
c) Aliteração
d) Onomatopéia.
e) Hipérbole.
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As questões de 07 a 09 referem-se ao texto abaixo.
“Escrever” para quadrinhos pode ser definido como
a concepção de uma idéia, a disposição de
elementos de imagem e a construção da seqüência
da narração e da composição do diálogo. É, ao
mesmo tempo, uma parte e o todo do veículo.
Trata-se de uma habilidade especial, cujos
requisitos nem sempre são comuns a outras
formas de criação “escrita”, pois lida com uma
tecnologia singular. Quanto a seus requisitos, ela
está mais próxima da escrita teatral, só que o
escritor, no caso das histórias em quadrinhos,
geralmente também é o produtor de imagens
(artista). Na arte seqüencial, as duas funções estão
irrevogavelmente entrelaçadas. A arte seqüencial é
o ato de urdir um tecido. Ao escrever apenas com
palavras, o autor dirige a imaginação do leitor. Nas
histórias em quadrinhos imagina-se pelo leitor.
Uma vez desenhada, a imagem torna-se um
enunciado preciso que permite pouca ou nenhuma
interpretação adicional. Quando palavra e imagem
se “misturam”, as palavras formam um amálgama
com a imagem e já não servem para descrever,
mas para fornecer som, diálogo e textos de ligação.
Fonte: Eisner, Will. Quadrinhos e Arte Seqüencial. Trad. Luís
Carlos Borges. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999, p. 122.
07- Assinale a alternativa que melhor sintetiza a
proposta do texto:
a) Discutir e argumentar sobre a utilidade da arte
seqüencial.
b) Ensinar como se constroem charges e histórias
em quadrinhos que se aproximam do teatro.
c) Descrever as características e as etapas da
história em quadrinhos.
d) Conceituar a arte seqüencial, sem descrever
suas características.
e) Comparar a história em quadrinhos com o
teatro e outras artes seqüenciais.
08- Na frase “Na arte seqüencial, as duas funções
estão irrevogavelmente entrelaçadas”, a
expressão as duas funções refere-se:
a) A autor e produtor de peças de teatro;
b) A autor e leitor da arte seqüencial;
c) À parte e ao todo do veículo;
d) A escritor da história em quadrinhos e produtor
das imagens;
e) À concepção de idéias e à construção dos
diálogos de uma história em quadrinhos.
09- O trecho – “Na arte seqüencial, as duas funções
estão irrevogavelmente entrelaçadas. A arte
seqüencial é o ato de urdir um tecido.” pode ser
reescrito da seguinte forma:
a) A arte seqüencial é o ato de urdir um tecido,
entretanto as duas funções estão entrelaçadas.
b) Urdir um tecido é o ato da arte seqüencial,
embora as duas funções estejam entrelaçadas.
c) Como a arte seqüencial é semelhante a urdir
um tecido, as duas funções estão entrelaçadas.
d) Quando as duas funções estão
irrevogavelmente entrelaçadas, a arte
seqüencial é semelhante ao ato de urdir um
tecido.
e) Mesmo que a arte seqüencial seja semelhante
a urdir um tecido, as duas funções estarão
entrelaçadas.
As questões de 10 a 12 referem-se ao texto abaixo.
João Grilo: Ah isso é comigo. Vou fazer um
chamado especial, em verso. Garanto que ela vem,
querem ver? (Recitando.)
Valha-me Nossa Senhora, Mãe de Deus de
Nazaré! A vaca mansa dá leite, a braba dá quando
quer. A mansa dá sossegada, a braba levanta o pé.
Já fui barco, fui navio, mas hoje sou escaler. Já fui
menino, fui homem, só me falta ser mulher.
Encourado: Vá vendo a falta de respeito, viu?
João Grilo: Falta de respeito nada, rapaz! Isso é o
versinho de Canário Pardo que minha mãe cantava
para eu dormir. Isso tem nada de falta de respeito!
Já fui barco, fui navio, mas hoje sou escaler. Já fui
menino, fui homem, só me falta ser mulher. Valhame
Nossa Senhora, Mãe de Deus de Nazaré.
Cena igual à da aparição de Nosso Senhor, e
Nossa Senhora, A compadecida, entra.
Encourado, com raiva surda: Lá vem a
compadecida! Mulher em tudo se mete!
João Grilo: Falta de respeito foi isso agora, viu? A
senhora se zangou com o verso que eu recitei?
A Compadecida: Não, João, porque eu iria me
zangar? Aquele é o versinho que Canário Pardo
escreveu para mim e que eu agradeço. Não deixa
de ser uma oração, uma invocação. Tem umas
graças, mas isso até a torna alegre e foi coisa de
que eu sempre gostei. Quem gosta de tristeza é o
diabo.
João Grilo: É porque esse camarada aí, tudo o
que se diz ele enrasca a gente, dizendo que é falta
de respeito.
A Compadecida: É máscara dele, João. Como
todo fariseu, o diabo é muito apegado às formas
exteriores. É um fariseu consumado.
Encourado: Protesto.
Manuel: Eu já sei que você protesta, mas não
tenho o que fazer, meu velho. Discordar de minha
mãe é que eu não vou.
(…)
Fonte: Auto da Compadecida. 15 ed. Rio de Janeiro: Agir, 1979.
10- A obra “Auto da Compadecida” foi escrita para
o teatro:
a) Por João Cabral de Mello Neto e aborda temas
recorrentes do Nordeste brasileiro.
b) E seu autor, Ariano Suassuna, aborda o tema
da seca que sempre marcou o Nordeste.
c) Pelos autores do ciclo armorial, abordando
temas religiosos e costumes populares.
d) Por Ariano Suassuna, tendo como base
romances e histórias populares do Nordeste
brasileiro.
e) Por João Cabral de Mello Neto e aborda temas
religiosos divulgados pela literatura de cordel.
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11- Ao humanizar personagens como Manuel e a
Compadecida, o autor pretende:
a) Denunciar o lado negativo do clero, na religião
católica.
b) Exaltar o sentimento da justiça divina ao
contemplar os simples de coração.
c) Mostrar um sentimento religioso simples e
humanizado, mais próximo do povo.
d) Retratar o sentimento religioso do povo
nordestino, numa visão iconoclasta.
e) Fazer caricatura com as figuras de Cristo e de
Nossa Senhora.
12- Com base no texto e nos seus conhecimentos
sobre a obra, as personagens João Grilo e
Chicó identificam-se com:
a) Os bobos da corte da Idade Média.
b) Os palhaços dos circos populares.
c) As figuras de arlequim e pierrô da tradição
romântica universal.
d) Tipos humanos autenticamente brasileiros.
e) Figuras lendárias da literatura popular
nordestina, semelhantes a Lampião e Padre
Cícero.
A questão 13 refere-se ao texto abaixo.
Fonte: Revista Veja, 9 de agosto de 2006, p. 40.
13- Pelo conteúdo do texto e pelos seus
conhecimentos sobre o assunto, é correto
afirmar que:
a) Todas as autoridades deveriam agir como o
presidente do Irã e o presidente da Câmara dos
Deputados do Brasil, lutando em favor da pureza
da língua, eliminando todos os estrangeirismos.
b) Nem todos os estrangeirismos podem ser
eliminados de uma língua, mas os presidentes,
tanto o do Irã como o da Câmara dos Deputados
do Brasil, conseguiram eliminar boa parte deles.
c) É preciso ser “malucão” para ter idéias como as
que têm essas duas figuras públicas e assim
substituir, com êxito, palavras estrangeiras por
outras nacionais.
d) Aldo Rebelo foi um exemplo de patriota, pois,
eliminando os estrangeirismos do português do
Brasil, está servindo de modelo para o presidente
do Irã.
e) O presidente da Câmara no Brasil já tentou
eliminar os estrangeirismos da língua portuguesa.
No Oriente Médio, quem realmente tentará
impedir, por força de lei, a contaminação do farsi
será o presidente do Irã.
As questões de 14 a 16 referem-se às tiras abaixo.
Fonte: CHICO B. – Folha de S. Paulo, Ilustrada E 11, 25/08/2006.
Fonte: HAGAR – Folha de S. Paulo, Ilustrada E 9, 17/08/2006.
14- Em cada uma das tiras acima, há duas
personagens: uma que inicia o diálogo e outra
que ouve e depois reage. Com base nessas
imagens, pode-se afirmar que:
a) As personagens entenderam a mensagem e
reagiram positivamente, pois as mensagens não
continham ambigüidades.
b) As personagens de ambas as tiras usaram
palavras homônimas que poderiam levar à má
interpretação da mensagem.
c) Ambas as tiras passam a idéia de que a literatura
é privilégio de poucos.
d) As personagens são pessoas que só conseguem
revidar com a força física, diante da
incompreensão da mensagem veiculada.
e) A personagem de uma das tiras espera uma
atitude de introspecção do interlocutor; a
personagem da outra tira executa literalmente a
mensagem do poema.
15- Os interlocutores das tiras acima guardam,
respectivamente, as seguintes características:
a) Ingenuidade e obediência; indignação e cólera.
b) Ignorância e simplicidade; cólera e sagacidade.
c) Assombro e inexperiência; intolerância e
esperteza.
d) Calma e sabedoria; indignação e intolerância.
e) Ignorância e desconforto; satisfação e
incredulidade.
16- As onomatopéias da segunda tira referem-se,
respectivamente, a:
a) Escarro, pancada e soco.
b) Beijo, afago e escarro.
c) Escarro, afago e revide.
d) Bocejo, escarro e estouro.
e) Beijo, soco, grito de guerra.
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As questões 17 e 18 referem-se ao texto abaixo.
ROMANCE XXXIV OU DE JOAQUIM
SILVÉRIO
Melhor negócio que Judas
fazes tu, Joaquim Silvério:
que ele traiu Jesus Cristo,
tu trais um simples Alferes.
Recebeu trinta dinheiros. . .
– e tu muitas coisas pedes:
pensão para toda a vida,
perdão para quanto deves,
comenda para o pescoço.
honras, glórias, privilégios.
E andas tão bem na cobrança
que quase tudo recebes!
Melhor negócio que Judas
fazes tu, Joaquim Silvério!
Pois ele encontra remorso,
coisa que não te acomete.
Ele topa uma figueira,
tu calmamente envelheces,
orgulhoso e impenitente,
com teus sombrios mistérios.
(Pelos caminhos do mundo,
nenhum destino se perde:
Há os grandes sonhos dos homens,
e a surda força dos vermes.)
Fonte: MEIRELES, C. Romanceiro da Inconfidência. Obra
Poética. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1972. p. 466.
17- Sobre o poema acima, é correto afirmar:
a) É um romance, por tratar das relações
humanas.
b) A referência a Cristo e a Judas o torna um
poema religioso.
c) Está construído em versos livres de cinco e oito
sílabas.
d) Faz uso constante da metáfora.
e) Está escrito em linguagem simples,
predominando o paralelismo.
18- Com base no texto, considere as seguintes
afirmativas:
I. Cecília Meireles demonstra sua filiação
romântica, por recuperar o passado heróico
do Brasil.
II. O tom de diálogo com Joaquim Silvério
serve para questionar sua motivação ao
trair Tiradentes.
III. Joaquim Silvério busca o perdão por haver
traído Tiradentes.
IV. O fecho do poema indica a dualidade do
homem, perdido entre o bem e o mal.
A alternativa que contém todas as afirmativas
corretas é:
a) I e II.
b) II e IV.
c) III e IV.
d) I, III e IV.
e) I, II e III.
As questões 19 e 20 referem-se ao texto II,
extraído do capítulo IX da obra O Crime do
Padre Amaro (1880), de Eça de Queirós (1845-
1900).
Então, passeando excitado pelo quarto, levava as
suas acusações mais longe, contra o Celibato e a
Igreja: por que proibia ela aos seus sacerdotes,
homens vivendo entre homens, a satisfação mais
natural, que até têm os animais? Quem imagina
que desde que um velho bispo diz “serás casto” a
um homem novo e forte, o seu sangue vai
subitamente esfriar-se? E que uma palavra latina –
accedo – dita a tremer pelo seminarista assustado,
será o bastante para conter para sempre a rebelião
formidável do corpo? E quem inventou isso? Um
concílio de bispos decrépitos, vindos do fundo dos
seus claustros, da paz da suas escolas, mirrados
como pergaminhos, inúteis como eunucos! Que
sabiam eles da Natureza e das suas tentações?
Que viessem ali duas, três horas para o pé da
Ameliazinha, e veriam, sob a sua capa de
santidade, começar a revoltar-se-lhes o desejo!
Tudo se ilude e se evita, menos o amor! E se ele é
fatal, por que impediram então que o padre o sinta,
o realize com pureza e com dignidade? É melhor
talvez que o vá procurar pelas vielas obscenas! –
Porque a carne é fraca!
Fonte: QUEIRÓS, E. Obra Completa. 2 vols. Rio de Janeiro:
José Aguilar, 1970. 1:326.
19- Este trecho é o pensamento do Padre Amaro
Vieira, protagonista do romance. É correto
afirmar que, no texto acima, o escritor registra:
a) A burguesia degenerada a conduzir a
formação dos padres católicos.
b) A noção comum de que o pecado da carne é o
único aceitável entre os religiosos.
c) A percepção científica de que homens e
animais são diferentes porque educados pela
moral religiosa.
d) O traço determinista do positivismo de Auguste
Comte, admitindo a motivação sexual como
algo comum a todos.
e) A promiscuidade das vielas obscenas como o
pecado a afligir os padres jovens.
20- Sobre o texto, considere as afirmativas abaixo:
I. Amaro mostra-se indignado com a moral da
Igreja.
II. Ameliazinha é mulher santa, desejada por
Amaro por seus belos pés.
III. Os bispos são eunucos a impedir o desejo
dos padres jovens.
IV. O desejo carnal é superior aos
mandamentos do seminário.
A alternativa que contém todas as afirmativas
corretas é:
a) I e II.
b) I e IV.
c) II e III.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.

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