Aula de redação

Entrevista com Dr. Luís Freitas

Posted on: junho 24, 2008

Fiz essa entrevista em 2004. Ela é linda. Dr. Luís tem idéias maravilhosas, é um médico humanista. Leia.

1 – Por favor, Luís, gostaria que você se apresentasse: profissão, metas profissionais, metas de vida.

– Eu sou Médico, formado em 1976, pela Universidade de São Paulo. Fiz residência em Cirurgia Geral eUrologia na França (Hôpitaux de Paris), onde acabei me especializando em Urologia Pediátrica. Fiz Mestrado e Doutorado na EscolaPaulista de Medicina, e atualmente estou concluindo o Pós-Doutorado aqui nos USA; fiquei um ano em Harvard e estou terminado este ano aqui na Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte. Eu sou professor do Departamento de Cirurgia da Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina, onde sou responsável pela Disciplina de Urologia Pediátrica. Tenho 52 anos e torço pelo Esporte Clube Corinthians Paulista. Minha meta atual é ser feliz.

2 – Gostaria de que você analisasse um fragmento de um artigo do médico Drauzio Varella. O texto é instigante, como tudo que Dr. Drauzio tem escrito. Mas é polêmico.

“Está na hora de acabar com o ritual do juramento de hipócrates nas cerimônias de formatura. Para que manter essa tradição? Os advogados, por acaso, juram que defenderão a justiça? Engenheiros e arquitetos precisam jurar construir casas que não caiam?(…) O juramento de Hipócrates está tão antiquado que soa ridículo ouvir jovens recém-formados repetirem-se feito papagaios. Que me desculpem os tradicionalista, mas faz sentido jurar por Apolo, Asclépios, Higéia e Panacéia não fazer sexo com escravos quando entramos na casa de nossos pacientes? Ou não usar o bisturi,mesmo em casos de cálculos nos rins? Ou prometer ensinar nossa profissão gratuitamente aos filhos de nossos professores, como Hipócrates preconizava? Por que não estender esse privilégio a todos os que estiverem dispostos a estudar? Existe visão mais corporativista?(…)

(…) Por outro lado, aos olhos da sociedade, a mera existência de um juramento solene dá a impressão de que somos sacerdotes e de que devemos dedicação total aos que nos procuram, sem manifestarmos preocupação com aspectos materiais como as condições de trabalho ou a remuneração pelos serviços prestados, para a felicidade de tantos empresários gananciosos.

Por causa desse pretenso sacerdócio, os médicos se submetem por mais 12 horas de trabalho continuando no dia seguinte, em claro desprezo à própria saúde e colocando em risco a dos doentes atendidos nesses momentos de cansaço extremo. Outros podem passar por isso uma vez ou outra, mas nunca sistematicamente, todas as semanas, contrariando o mais elementar dos direitos trabalhistas: o de dormir.

O que faz da medicina uma profissão respeitável não são as noites em claro nem o conteúdo do que juramos uma vez na vida, muito menos a aparência sacerdotal, mas o compromisso diário com os doentes que nos procuram e com a promoção de medidas para melhorar a saúde das comunidades em que atuamos.

Para cumprir o que a sociedade espera de nós, é preciso lutar por salários dignos, porque hoje é humanamente impossível ser bom médico sem assinar revistas especializadas, ter acesso à internet, frequentar congressos e estar alfabetizado em inglês, língua oficial das publicações científicas. Num campo em que novos conhecimentos são produzidos em velocidade vertiginosa, os esforços para acompanhá-los devem fazer parte de um projeto permanente. Medicina não é profissão para aqueles que têm preguiça de estudar.(…)
Fonte: http://notícias.aol.com.br/colunistas/drauzio_varella/2004/0044.adp

Resposta do Dr. Luís

– O juramento de Hipócrates nada mais é do que uma metáfora. Pretende lembrar que a Medicina deve ser uma profissão ligada à manutenção da vida, num sentido quase que Darwiniano. Foi a solidariedade e a capacidade de aprender a curar doenças que nos fez diferentes dos outros animais, que nos possibilitou a adaptação aos mais diferentes ambientes do nosso planeta. As más consições dos médicos, têm muito a ver com as más condições dos professores, e com as más condições de todos aqueles que vendem somente “o que sabem”.. Uma sociedade deve definir prioridades; remunerar bem seus pajés e educadores, nada tem a ver com juramentos.

Ilustração para o livro A Peste. Albert Camus

Acredito que o professor Dráuzio Varela, confundiu um pouco as coisas. Ser médico, professor, ou músico, requer talento, dedicação, mas também é preciso que nós, que somos brasileiros, lembremos, que seremos sempre médicos, professores, dentistas, advogados, músicos, no Brasil, com todas os problemas que um país periférico tem. Eu resumiria a resposta dizendo que o juramento de Hipócrates tem um caráter simbólico, pretendendo, no fundo, lembrar, que a medicina é anterior aos sistemas econômicos, e deve ser exercida por profissionais técnica e emocionalmente preparados. Sempre vale a pena lembrar as próprias palavras de Hipócrates: Primum non nocere!!!

3 – A sociedade humana, em quase todas as culturas, sempre rejeitou as diferenças físicas, como por exemplo o nanismo. Mas me pergunto se este não poderia ser perfeitamente aceito e intuo que talvez sejam as convenções ( muitas delas baseadas em tabus) as responsáveis pela rejeição e preconceito. Eu, quando criança, fui discriminada porque era baixinha e na puberdade também me discriminaram porque demorei a adquirir traços definidores de uma mulher, tais como crescimento de seios e formas arredondadas. É muito dolorosa essa rejeição.

Luiz, em que medida as ‘deformidades’ são consideradas ‘deformidades’ pela Medicina? Quando os médicos se propõem a transformar a natureza de uma mulher barbada, por meio de tratamentos ou cirurgiais, eles não estão agindo contra a a própria natureza que criou a tal ‘ anomalia’, esta a responsável pela criação de uma subjetividade?

Desde pequena ouvi mamãe dizendo que, quando eu fizesse 15 anos, ela pagaria uma cirurgia plástica para dar um jeito nas minhas orelhas de “abano”. Cresci me achando o Dumbo. Não fiz plástica alguma e percebo que minhas orelhas não são tão “assombrosas” assim (rs). Nos contos infantis da minha infância havia anões, gigantes, pescoçudos e eu gostava muito deles.

Velasquez

– O racionalismo e as descobertas científicas levaram as sociedades ocidentais acreditar que a ciência tudo poderia resolver, tudo poderia responder. Era como se as velhas questões que os gregos respondiam com especulações sem qualquer comprovação empírica, pudessem agora ser dissecadas e respondidas à medida que as novas técnicas fossem sendo refinadas.

Houve então uma grande reação por parte da intelectualidade contra o ensino dogmático da igreja, e a famosa questão proposta por Nietzsche: se Deus não existe, então tudo é permitido? veio traduzir de forma sintética este desconforto.

Freud, embora não tenha tido grande sucesso ao aplicar suas técnicas ao tatamento de seus próprios pacientes, percebeu o que estava acontecendo, e em cima deste “insight”, construiu todo um arcabouço teórico. A partir de observações com pacientes submetidos à hipnose, ele notou que, na realidade, a razão não era tão racional, e que nós, homens, na verdade, éramos guiados por um “pré-consciente” com poder infinitamente maior do que nossa razão. Este certamente foi o momento de maior tensão que as sociedades modernas enfrentaram, pois, de repente, passamos a perceber, que apesar de sabermos que sabemos, nosso “Primum movens” também era o prazer, como acontece com todos os outros animais. Sempre pensamos no homem como um ser diferente dos demais, e, quando concebemos a figura de um Deus todo poderoso, fizemos com que ele nos criasse à sua imagem e semelhança. A esta provável aberração, Marx chamou de dupla alienação: “criamos um Deus, que nos cria a sua imagem e semelhança” (sic). O fato é que nós somos mesmo animais, guiados pelos princípios da sobrevivência, e o fato de sentirmos prazer quando auxiliamos um velhinho atravessar a rua ou subir a um ônibus, mostra que existe uma substância química que é, neste momento, secretada em nosso cérebro, e que portanto, este ato é resultante de muitos e muitos anos de evolução. Tanto a solidariedade como as regras morais nos permitiram sobreviver em todas as partes do planeta. Por termos aprendido a viver unidos, construimos cidades, que nos deram conforto, e até hoje nos defendem dos nossos predadores. Aprendemos a produzir excedentes que nos libertaram da caça e da procura diária pela sobrevivência.

Para que vivamos em sociedade, no entanto, é necessário que respeitemos o contrato social, não atravessando o sinal vermelho, e nem matando nosso semelhante, pois isto acaba resultando numa tensão interna, que se torna insuportável.

A arte sempre foi ligada ao prazer e ao longo do tempo, sempre foi financiada pelos mais abastados. Poucos foram os artistas pictóricos que não necessitaram de um mecenas, poucos foram os que conseguiram ter uma vida estável e confortável, apenas vivendo de sua arte. Van Gogh, por exemplo, nunca conseguiu vender um só quadro em vida, e, no entanto, tem hoje seus quadros vendidos a mais de 20 milhões de dólores nos leilões de arte. Foi somente a partir de Freud, no entanto, que nós pudemos entender que uma das maiores funções da arte é a de traduzir de forma não linear, nosso labiríntico sub-consciente. Sem Freud não teria existido o surrealismo, o dadaísmo ou o cubismo. Não se pode querer explicar um quadro de Salvador Dali usando critérios racionais pois ali está, em sua mais resumida forma, a síntese das nossas manisfestações oníricas, um lampejo dos nossos sonhos, que são sempre truncados, misturando pessoas que nunca se conheceram, coisas desconexas. As mulheres de grandes seios de Fellini, somente fazem sentido, num universo onírico, que é o universo da arte.

Retratar a natureza e as pessoas, provavelmente, sempre foi uma grande barreira para os artistas plásticos. Não que não pudessem criar grandes obras de arte, pois muitas existem que nada mais são do que retratos de condes e barões, sem qualquer significado para o nosso mundo de hoje. Eles não podiam, entretanto, tendo a limitação da simples cópia da natureza, liberar o gênio criativo, da mesma forma que Bethoven, Haydn e Mozart o fizeram na música. Até o final do século XIX a maior revolução da arte pictórica havia sido o Impressionismo, que retratava a natureza e os seres através da modificação que a incidência da luz provocava no ambiente, e cujos quadros, apesar de maravilhosos aos nossos olhos, não deixavam de ser arte figurativa.

Este foi o motivo, acredito, que levou os artistas a se interessar tanto pelas endocrinopatias. Elas atraíram muito, por serem responsáveis por produzir seres “diferentes”, e dar aos artistas a chance de interpretar de forma “diferente” a natureza humana. Era o chocante atraindo os olhos do artista com a mesma força do belo. Certamente uma mulher peluda era muito mais interessante aos olhos do artista do que uma mulher com um fígado grande, que só poderia atrair a atenção dos médicos. Embora freqüentemente sejamos hipnotizados pelo belo, ao nos confrontarmos com o belo diariamente, podemos perceber nele, os defeitos que podem os tornar insuportáveis. Eu imagino que ninguém poderia passar duas horas com a Sharon Stone ou o Brad Pitt, caso eles tivessem um terrível mal hálito!! Ao artista não interessa o real. Interessa o símbolo, o impacto que a cena trabalhada numa tábua e um cavalete pode causar no observador

Uma das grandes características dos seres humanos é a de ter talento para poucas e determinadas tarefas. Dificilmente você vai encontrar um indivíduo que seja um excelente músico, um excelente esportista, um excelente cientista ou coisa que o valha. Einstein, considerado um dos grandes gênios da humanidade, tocava violino muito mal, segundo testemunhas. Feliz é aquele que consegue viver do seu talento, pois ele trabalha seguindo o princípio do prazer, que, conforme Freud explicou, parece nos guiar a todos. Velasquez, que pode viver de seu imenso talento, pretendeu dar vazão ao seu grande gênio interior, que então, era limitado pela arte figurativa, através de uma visão revolucionária da arte da pintura. Em “As meninas”, que, não sem razão, é hoje considerado um dos dez mais importantes quadros da humanidade, além de retratar o diferente, na figura dos anões acondroplásicos, ele contrastou as meninas da corte, cujas faces são representadas por espressões de desinteresse total, com a figura, que aos seus próprios olhos, era a mais importante e digna da apreciação, ou seja, ele mesmo, Diego Velázquez, com seu formidável bigode e seu rosto tranquilizador. Ele pode ser visto diretamente pelo observador que o confrontará com as meninas reais e as refletidas no espelho, com o cão, e com a figura atrativa e chocante dos anões.

Assim acredito que ao artista deve ser dado liberdade total. Foi desta maneira que ele quebrou a barreira da figuração e trouxa à tela a alma e o sub-consciente humano. Ele é capaz de transformar o horrível e a aberração em arte e a nós, não artistas, cabe-nos o papel de interpretar a obra com a nossa sensibilidade e percepção. Devemos sentir sem procurar explicar, deixar que as pinceladas nos envolvam com a mesma força que uma droga poderosa nos modifica o comportamento.

A medicina foi se aproveitando dos avanços técnicos através dos tempos, mas também, como arte que é, foi sendo transformada pelos grandes artistas que criou. Um cirurgião muito hábil pode ser um péssimo médico, se não souber interpretar corretamente a alma humana, com todas as suas nuances e idiossincrasias. Ela, medicina, foi aprendendo a mudar o rumo da natureza, que nos moldou há milhares de anos, quando ainda caçávamos, pescávamos e andávamos muito para sobreviver. Por isto mesmo, a função do médico é oferecer ao ser humano, não felicidade, pois este é o caminho que cada um deve perseguir, mas uma vida sem sofrimento físico ou mental. Dentro deste princípio, ela deve sim, tratar das anomalias e mal formações, tentando dar aos indivíduos portadores, uma vida menos sofrida.

O médico deve dar ao paciente todas as condições que estão ao seu alcance, para que o sofrimento seja mitigado e a dor física e mental aplacadas.

Nós, seres humanos, temos instintos agressivos que nos afastam da sociabilidade, e, ao mesmo tempo, a racionalidade que nos aproxima. A educação deve ter como função aplacar a nossa fera e prepará-la para a vida em sociedade. Não se pode, no entanto, perder de vista, nossa natureza animal, pois estaremos nos super-estimando, como o fizeram os racionalistas do século XVIII. Não podemos também querer viver da caça predando outros animais e vivendo na floresta pois estaremos desprezando nossa história, que foi escrita em apenas 5000 ou 6000 anos, mas vem enriquecendo-se numa velocidade crescente e assustadora. Dentro disto é bastante compreensível, que os seres em formação, ou seja, nossas crianças, procurem o diferente e o defeito no semelhante, como o fizeram os artistas. O que conta mesmo, no fundo é a maneira como o diferente vai aceitar sua própria diferença. Ele pode fazer dela uma maneira inteligente de compor sua própria história, ou pode torná-la insuportável, que é quando a medicina deve atuar. Se um nariz gande transtorna a vida de um indivíduo e a técnica nos permite criar um nariz capaz de apaziguar o sofrimento, por que não fazê-lo?

Espero ter respondido suas questões. Peço desculpas por não ter sido conciso mas eu acredito que o assunto é sério e realmente necessitava ser desenvolvido desta forma.


18 Respostas to "Entrevista com Dr. Luís Freitas"

Gostei muito da entrevista, bom saber que ainda restam pessoas assim.
Beijos prô, a saudade está me consumindo.

Foi por um acaso que cheguei nesse email e adorei, tanto que estou mandando uma cópia para meu filho que estuda medicina em Salvador.
Um abraço enorme ao professor Luiz desejando mais sucesso em sua vida profissional.

Gostaria urgentemente do e-mail ou do site do Dr Luis, pois estou com um problema sério de saúde na família e creio que ele poderia me ajudar;
Obrigada

Dr. Freitas foi muito importante na vida de minha família. Minha filha, então com 5 anos de idade, teve um problema urológico muito sério que foi tratado sem traumas por este grande mestre. Sempre o teremos em nossa mente e coração. Agora preciso com urgência de seu telefone ou email, pois temos um novo caso em família que precisa de sua ajuda.
Adorei a matéria Freitas!

Vou mandar este post para Dr Luiz.

Que bom tenha curtido a entrevista.

Dr.Luiz Freitas, gostaria de saber qual convenio o senhor atendi.
Obrigada

Dr Luis Freitas bom dia gostaria de saber como eu faço para marcar uma consulta com o senhor, o paciente se chama Brayan, foi nascido na Cruz Azul de São Paulo- Cambuci, o senhor deve lembrar dos gêmeos, foi submetido a correção de estenose de JUP bilateral
no dia 22/09/2010 foi feito exame estudo renal dinâmico com diurético, no comentários déficit em grau discreto da função glomerular bilateralmente, e presença de acentuada estase do radiotraçador no sistema coletor com aspecto dilatado bilateralmente com resposta pouca efetiva ao uso de diurético. No diagnóstico diferencial não podemos afastar a possibilidae de estenose de JUP, gostaria de marcar uma consulta e por isso eu estou com duvidas do exame realizado, segundo o medico da cruz azul terá que fazer novamente uma outra cirurgia renal.

Dr Luis Freitas fiquei sabendo que o senhor atende na Santa Marcelina de Itaquera, estou muito preocupado com meu filho, moro proximo ao hospital de santa marcelina, gostaria que o senhor atendesse o meu pedido de pai.

Sou paciente do Dr. Luiz desde os memus 25 dias de nascida, hoje tenho 21 anos e se estou viva além de ser grata a Deus, sou imensamente grata ao Dr. Luiz de Freitas!! Muito Obrigada!

Boa noite Dr.luiz fiquei muito feliz de ter te encontrado de novo, não sei se o sr. lembra de minha filha myllena reis que o senhor operou aos 06 messes de vida e passou por varias cirugias ate os seis anos hoje ela faz acompanhamento com a dr. Natalia no hospital Darci vargas e gostaria muito q o sr.entrasse em contato com a mesma pois o medico q está atendendo ela na parte urologica não me passou muita confiança gostaria de ter sua opinião a respeito do caso da minha filha por favor dr.me informe onde o sr esta atendendo obrigada .

Parabens dr. Luis pela sua dedicaçao mutua ao proximo demonstrando seu comprometimento ,responsabilidade continue assim pois tenho certeza que o senhor Jesus Cristo te abençoara grandiosamente estarei orando pelo senhor .Abraços de um simples jovem que admira seu trabalho como medico.

Minha filha Carolina fez uma cirurgia no Sta Marcelina c a equipe do Dr.Freitas, Hoje ela tem 10 anos e é muito saudavel graças a competência e dedicação do Dr Freitas e sua equipe.
Que Deus abençoe esse grande médico.

Nilvea

Que felicidade ao ver essa entrevista e de poder releembrar momentos bons e duros em minha vida que sempre tive o senhor ao meu lado, mesmo qdo houve a perca do meu marido, o senhor sabiamente soube, me desculpe o que vou escrever, mas foi um excelente Pai ao meu filho tbm nesses momentos dificíeis. Bom hoje o Eros Junior está com 22 anos e desde qdo tinha um mês de vida o senhor sempre cuidou e mto bem dele. Agradeço e peço a Deus que tenha sempre mto mais força e mta luz para prosseguir a missão destinada e escolhida pelo senhor. Um grande abraço cheio de saudades, um dia ainda farei uma visita me fará mto bem, acredite.

Felicidades sempre.

Eu so tenho que agradecer ao Dr.luis e tbm ao Dr. sauro bagnaseri , meu filho , Rodrigo fez varias cirurgia com eles para uma correçao de hipospadia, e sou muita grata aos dois, a sua competencia .sua bondade e seu carinho fazem deles um profissional especial
Deus abençoe .

Oi Dr Freitas é a Viviane ex paciente do Dr Mari lembra? Fui do Darcy Vargas,mas desde 2008 eu não vou mais la consegui falar com o tio mari ele conseguiu uma plastica com o Dr Jaime Anger que tambem trabalhou no Darcy.Gostaria de saber um contato seu para o senhor conhecer meus filhos o Pedro Henrique de 5 anos e a Ana Luiza de 2 anos.Um abraço fica com DEUS to com saudades.

Viviane, eu só veiculei a conversa que tive com doutor Luís. Ele não está aqui no site.

Esse execelente médico operou meu filho quando criança hoje está com 21 anos muito carinhoso dedicado uma pena hoje não termos médicos como esse que antes da profissão é um ser humano gostei muito em ver notícias de na internet

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