Aula de redação

REDAÇÃO DA ESTADUAL DE MARINGÁ

Posted on: junho 26, 2008

PROPOSTA FRACA, COM BASE EM TEXTO SUPERFICIAL. VALE A PENA FAZER. É LÁ DA ESTADUAL DE DE MARINGÁ, A UEM.

É aquela linha de proposta com base em costumes sociais, misturada com tons da Psicologia.

Parar escrever sobre essa modalidade de tema há algumas dicas: leia mais sobre costumes sociais ( busque na Net) ou use a sua experiência de vida. Se você souber fazer essa conexão “sua vida” e o ritmo da sociedade, pode começar a criar já!

FAÇAM E MANDEM. LEMBRO AOS MEUS QUERIDOS ALUNOS QUE CÁ ESTOU PARA CORRIGIR SEU TEXTO.

DESENHOS ROSE

POR ISSO, NÃO DEIXEM DE LADO A REDAÇÃO. POSSO CORRIGIR ATÉ DUAS REDAÇOES POR SEMANA.

A tirania adolescente
Até poucas décadas atrás, os pais educavam seus filhos com base numa regra simples: cabia a eles exercer sua
ascendência sobre a prole de maneira inquestionável, pois – como diziam os avós dos adultos de hoje – criança não tinha
direito nem querer. Muita coisa mudou desde então. Com a revolução comportamental dos anos 60, a difusão dos
métodos pedagógicos modernos e a popularização da psicologia, a liberdade passou a dar o tom nas relações entre pais e
filhos. A tal ponto que hoje se vive o oposto da rigidez que pontificava antes disso: em muitos lares, os pais é que se
sentem desorientados e os filhos, na ausência de quem estabeleça limites à sua conduta, assumiram o papel de tiranos. (…)
Até meados dos anos 60, as regras dentro de casa eram impostas implacavelmente aos jovens. Hoje, é prática
corrente estabelecê-las de comum acordo entre pais e filhos. Antes, os pais davam broncas, punham os filhos de castigo e
cortavam regalias porque era assim que as coisas funcionavam, e ponto final. Hoje, cada sanção precisa ser acompanhada
de boas justificativas – e haja suor e lábia para dar 200 explicações. Um dos motivos disso é que os jovens atuais são
muito bem informados. (…)
As conseqüências da omissão dos pais na educação podem ser graves. Dados do Ministério da Saúde mostram
que mais de 20% das garotas entre 13 e 19 anos já enfrentaram uma gravidez precoce. Por outro lado, uma pesquisa
recente revelou que um em cada quatro estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública brasileira já
experimentou algum tipo de droga, além do cigarro e das bebidas alcoólicas. Em apenas uma década, a idade do primeiro
contato com esse tipo de substância caiu dos 14 para os 11 anos. (…) Jovens educados de maneira negligente correm o
risco de se tornar adultos infelizes e desajustados. A falta de limites faz com que muitas vezes essas pessoas se revelem
inaptas para lidar com os reveses e frustrações naturais da vida. Elas têm dificuldade para se relacionar em ambientes
marcados por hierarquias (como o trabalho) e, em muitos casos, não conseguem nem mesmo se emancipar – tanto do
ponto de vista emocional quanto do financeiro.
Excerto do texto da Revista Veja, 18 de fevereiro de 2004.
Escreva um texto DISSERTATIVO sobre as conseqüências da falta de limites na educação dos
jovens. Você pode utilizar as informações do texto de apoio, mas não pode transcrevê-las

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