Aula de redação

Migrações e xenofobia

Posted on: setembro 5, 2008

Para ter mais argumentos nesta redação sugiro que assista ao filme Coisas Belas e Sujas. Não vai se arrepender, é bacana.

Leia com calma todos ! os textos. Anote as idéias mais interessantes para você, ou seja, as que você acha que são “fortes” para sustentar sua tese.

Proposta: analise o” caso da física brasileira que foi deportada da Europa.

Primeiro exponha brevemente o fato. Depois, ligue-o com a questão da xenofobia. Analise o fato e a xenofobia.

Comece nesse link

http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008/03/veja-4-globalizao-do-povo.html

Foi preconceito social e sexual”, diz física, do Jornal Folha de S. Paulo

Seria o primeiro congresso internacional de que participaria a jovem mestranda de física da Universidade de São Paulo. Estaria em companhia de alguns dos mais importantes pesquisadores do mundo na área de partículas elementares e, inclusive, apresentaria um trabalho seu. Mas não deu nada certo. No Instituto Superior Técnico de Lisboa, onde se realizou o congresso na semana passada, afixou-se um pôster com o aviso em inglês: “Patrícia Camargo Magalhães, 23 anos, mulher. Deportada para o Brasil pelas autoridades espanholas”.

Patrícia viajaria a Lisboa via Madri por uma questão de preço. “O vôo pela Iberia saía mais em conta”, diz ela. Suas passagens foram pagas com dinheiro da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Ela tinha reservas em um hotel de Lisboa. Levava 490 euros (R$ 1.251) em dinheiro, além de cartões de crédito e material para a estadia. Em vez do congresso, no entanto, Patrícia passou três dias presa no aeroporto de Madri. Em uma das salas em que ficou confinada em companhia de 30 brasileiros e de outros tantos venezuelanos e africanos, com apenas 9 metros quadrados e fechada por duas portas blindadas, foi obrigada a dormir e alimentar-se no chão, por causa da superlotação. Para piorar, tinha sido privada de objetos de higiene pessoal, inclusive escova de dentes.

O argumento para a “negação de entrada na fronteira”, Patrícia só conheceu na terça-feira passada, pouco antes de ser levada ao avião da Iberia que a traria de volta ao Brasil: “Carece de documentação adequada que justifique o motivo e condições relativas a sua estadia”, dizia a carta que recebeu com o timbre do Ministério do Interior da Espanha. No campo reservado para a discriminação dos documentos faltantes, entretanto, nada foi escrito.

Ao chegar a Madri, às 9h30 de domingo (10/2), pediu-se a Patrícia que apresentasse o documento de reserva (voucher) no hotel de Lisboa. Ela estava sem ele e, por isso, foi retirada da fila da imigração e conduzida para local reservado. O vôo para Lisboa estava marcado para as 11h do mesmo dia. A estudante pedia providências, mas a resposta era sempre: “Senta e espera. Se perdes o vôo, te darão outro depois”.

Depois de quatro horas, um policial apareceu com uma pilha de passaportes e foi chamando os brasileiros que iam então sendo liberados. “Percebi que todos os homens tinham sido liberados e só restaram as mulheres, em sua maioria negras e mulatas. Quando, depois de cinco horas de espera, chegou um avião da Venezuela, muitas outras mulheres se juntaram a nós”, escreveu Patrícia em um texto divulgado ontem.

O professor titular do Instituto de Física da USP, Manoel Roberto Robilotta, 60, orientador de Patrícia e que foi um dos conferencistas no congresso que reuniu pesquisadores de quase 60 universidades, tomou conhecimento do problema com sua aluna no domingo. Enviou fax para a imigração espanhola no aeroporto de Madri, confirmando que Patrícia participaria do congresso. A mesma carta enviou ao consulado brasileiro em Madri. Ele também providenciou para que o hotel em Lisboa enviasse às autoridades espanholas a confirmação da reserva da aluna. Não recebeu resposta alguma. Bonita, 1,72 m, magra, branca, a estudante trajava jeans, botas de caminhada e blusa de lã quando chegou a Madri. “Para mim, o que aconteceu foi uma demonstração de preconceito social e sexual”, diz.

No congresso, segundo Robilotta, o constrangimento abateu os cientistas. “Sabe-se que a Espanha é destino de mulheres cooptadas por redes de prostituição, o que o governo de lá quer legitimamente combater, mas o que ocorreu com a Patrícia foi claramente preconceituoso contra brasileiros, mulheres e jovens.”

Solidário com a estudante, o físico Franco Buccella, da Universidade Federico 2º, de Nápoles, protestou: “A mãe dos imbecis está sempre grávida”.

“O congresso era a primeira reunião teórica internacional de que participaríamos para falar do nosso trabalho em torno da partícula sigma. Era nosso début e a Patrícia trabalhou duro na preparação da apresentação”, depõe Robilotta. “Patrícia tem nossa solidariedade em face do ultraje a que foi submetida”, diz o diretor do Instituto de Física da USP, Alejandro Toledo. Para ele, além de ter ferido direitos de uma cidadã brasileira, a deportação caracteriza uma ameaça ao projeto de internacionalização da USP, que pretende ampliar o relacionamento com centros de alto nível em outros países.

Patrícia já anuncia ação contra o governo espanhol por danos morais e materiais. Também protestará contra o consulado brasileiro em Madri. “Eles não fizeram seu trabalho.”

Consulado brasileiro e setor de imprensa do serviço de imigração espanhol estavam fechados quando a reportagem tentou contato telefônico.

http://sampa.if.usp.br/~suaide/blog/pivot/entry.php?id=85

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Triste Europa

Triste Europa

RICARDO SEITENFUS e DEISY VENTURA

UM ESTADO pode prender e expulsar um menor desacompanhado só porque ele é estrangeiro e não possui os documentos que o próprio Estado não quis lhe conceder? E, na mesma situação, os idosos, as grávidas e os portadores de deficiência? E os que, no país de origem, foram vítimas de tortura, estupro ou outras formas graves de violência?
Pois a nova norma sobre “o regresso de nacionais de terceiros países em situação irregular”, recentemente aprovada pelo Parlamento Europeu, não apenas permite que um país o faça como estende uma tenebrosa concepção jurídica da imigração aos Estados-membros da União Européia.
Tanto essa diretiva como as leis de certos países que a inspiraram são incompatíveis com as Constituições nacionais dos Estados-membros. São ilegais em relação ao direito internacional dos direitos humanos, arduamente tecidos após a Segunda Guerra Mundial. E colidem com o próprio direito regional -especialmente a Carta dos Direitos Fundamentais da UE (Nice, 2000) e a Convenção Européia dos Direitos Humanos (Roma, 1950).
De ardilosa redação, a norma, a um só tempo, refere os direitos humanos e institucionaliza sua violação sistemática. Uma alínea assegura um direito, enquanto outra mais adiante o condiciona ou lhe rouba o sentido.
Sob o pretexto de organizar a expulsão, batizada de “afastamento”, o estrangeiro pode ser detido por até 18 meses. As condições de detenção e expulsão são inaceitáveis: em princípio, há espaços isolados denominados “centros de retenção” (os que já existem lembram campos de concentração). Porém, havendo um número “excepcionalmente elevado” de estrangeiros, estes podem ser mesclados aos presos comuns, e as famílias podem ser separadas.
Acompanha a expulsão uma “interdição de entrada” em todo o território coberto pela diretiva, que pode durar cinco anos ou até se prolongar indefinidamente. Num processo apto a resultar em tão graves conseqüências, o Estado pode considerar desnecessária a tradução dos documentos, desde que “se possa razoavelmente supor” que o estrangeiro os compreenda.
Ademais, as informações sobre as razões de fato da expulsão podem ser limitadas, para salvaguardar, entre outros, a segurança nacional.
Infelizmente, a comunidade internacional não exagerou ao apelidá-la de “Diretiva da Vergonha”. Ela constitui uma derrota mais grave do que o fracasso da Constituição Européia ou do Tratado de Lisboa, recentemente recusados por referendos populares.
Concluída a fusão dos mercados, em vez de rumar para a integração política e consolidar seu protagonismo na cena mundial, a Europa faz da integração um utensílio da exclusão. Claro está que Bruxelas não pode evitar a deriva à direita de certos Estados, mas tampouco necessita servir à regionalização da xenofobia.
Por outro lado, a diretiva complica ainda mais as já difíceis negociações inter-regionais com o Mercado Comum do Sul, Mercosul, cujos chefes de Estado se uniram para emitir um veemente protesto na recente Cúpula de Tucumán (Argentina).
Com efeito, além da ilegalidade, aqui há ingratidão. Os fluxos migratórios oriundos da Europa se espalharam por todos os continentes. Mais do que ninguém, os europeus sabem que não há emigração em massa sem fortes motivações, essencialmente de natureza socioeconômica.
Ora, as mazelas da imigração só podem ser resolvidas com a integração dos estrangeiros às sociedades, associada a uma enfática cooperação internacional, a fim de extrair da miséria e da desesperança a larga franja demográfica em que nascerá o futuro ser humano a expulsar.
Estima-se que possam ser expulsos da Europa 8 milhões de estrangeiros considerados em situação irregular, embora, em sua ampla maioria, não tenham praticado nenhum crime, trabalhem e recolham impostos.
Somando-se essa possibilidade à fresca barbárie do governo republicano dos EUA, o mundo desenvolvido desgasta aguda e paulatinamente sua autoridade moral para cobrar valores humanistas de outros governos.
Paradoxos da globalização: jamais a humanidade dispôs de tantas facilidades para se mover, mas nunca antes ela foi tão fortemente cerceada em sua liberdade.
A Europa crava tristes trópicos em si mesma. Estamos, ainda, distantes do fim do território nacional e do Estado como inospitaleiras construções do homem contra si mesmo. Razão a mais para acreditar que cabe ao Sul, e particularmente ao plural Brasil, a invenção de novos modelos, talvez menos opulentos, mas seguramente mais solidários, de convívio respeitoso entre os homens.


RICARDO SEITENFUS , 60, doutor em relações internacionais pela Universidade de Genebra (Suíça), é membro da Comissão Jurídica Interamericana da OEA (Organização dos Estados Americanos.
DEISY VENTURA , 40, doutora em direito internacional pela Universidade de Paris – Sorbonne (França), é professora do Instituto de Relações Internacionais da USP.
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O fenômeno da xenofobia está de volta. Ou ele nem sequer foi superado? Normalmente só se discute sobre isso quando um perigo emergente já se torna tão perceptível que a situação possa vir a piorar. Até então, costuma-se acreditar que esse problema seja coisa passada e que a discriminação nos últimos anos tenha diminuído. Mas a realidade, que novamente confirma o caráter contraditório da existência humana, demonstra que a história não necessariamente ruma numa direção positiva, como se quer acreditar, mas que avanços contrastam com recuos. Idéias que se tinha como fora de moda, absurdas e retrógradas, podem novamente vir a ser atuais e modernas. Isso significa que as idéais não morrem pelo simples decurso do tempo e que, em conformidade com o espírito de uma época, podem retornar.

Na Europa, muitas pessoas estão chocadas com o avanço do neofascismo. A maioria não queria acreditar que partidos de extrema direita pudessem ter sucesso nos “democráticos” países industrializados europeus. Na Alemanha, onde especialmente o anti-semitismo marcou a história, impera o silêncio diante do avanço da extrema-direita nos países vizinhos. O NPD (Partido Democrático Nacional da Alemanha) que, segundo o atual governo, deveria ser proibido, comemora o sucesso da extrema-direita na Europa, especialmente na França e na Holanda. Apesar dos partidos de extrema-direita na Alemanha estarem fragmentados e até agora não terem conseguido o mínimo de 5% de votos necessários para ocupar uma vaga no Congresso, eles vislumbram, agora, boas perspectivas para a frente. A organização da extrema-direita também cresceu com a utilização da Internet. Mais de 800 sites na Internet oferecem textos, músicas e informações sobre demonstrações neonazistas, o que o governo não pode proibir, pois muito do que é oferecido provém do exterior. É notável, também, que o fenômeno do neonazismo tem aumentado nas escolas.

Aproximadamente 10% da população alemã é composta por estrangeiros, dos quais 28% são turcos, os mais atingidos pela discriminação. A discriminação é especialmente visível em demonstrações da extrema-direita e músicas, sendo que estas últimas já criaram um novo mercado: o mercado do rock de direita. Felizmente, ocorrem, paralelo a muitas demonstrações nazistas – que já há bastante tempo vêm acontecendo, com ódio a imigrantes e resistência contra o governo alemão –, manifestações contrárias de combate a um possível crescimento da xenofobia. Mas, também, entre o leste e o oeste da Alemanha, o “muro na cabeça” dos alemães ainda não caiu. Os salários mais baixos e o maior desemprego no leste demonstram que, após 12 anos, a unificação alemã ainda não foi alcançada. A divisa continua sendo publicamente refor­çada através das constantes comparações e da rotulagem do leste como “os novos Estados” o que, de fato, confirma a existência de uma Alemanha no leste e outra no oeste.

Evidentemente, o avanço da extrema-direita não ocorre por acaso. A crise da economia e do Estado de bem-estar social, associada às rápidas transformações tecnológicas, ocasionou um crescente desemprego e colocou a competitividade a qualquer custo como única alternativa de sobrevivência. Esta conjuntura gera insegurança, ressentimento e violência. Com o gradativo desmonte do Estado de bem-estar social por parte dos governos social-democratas, os quais até agora se apresentaram como alternativa contra os partidos de direita, a população ficou desorientada, especialmente os desempregados, trabalhadores e jovens. Se, nestas circunstâncias, as alianças de “centro-esquerda” ainda estão sem perspectiva e não oferecem uma clara linha e alternativas políticas, abre-se o espaço aos velhos charlatões políticos. A extrema direita procura enfocar os problemas dos países que afetam diretamente a maioria da população e propõe soluções simples e discriminadoras, mas que exercem um forte poder de atração. É, por exemplo, mais fácil responsabilizar os estrangeiros pelo desemprego, pela criminalidade e pela insegurança, do que entender as complexas razões dos problemas. As soluções apresentadas são, então, também bem simples e conduzem à xenofobia, quando os estrangeiros são tratados como concorrência indesejada.

Mas, a xenofobia expõe os países europeus a uma séria contradição econômica. Por causa do baixo índice de natalidade e da crescente expectativa de vida da população, existe a tendência de que a Europa venha a ser a sociedade mais idosa do mundo. Nesta perspectiva, conforme um estudo da ONU (Organização das Nações Unidas), publicado em 2000, 1,5 milhão de estrangeiros teriam de imigrar para a Europa por ano, somente para sustentar o atual número de pessoas em idade de trabalho até 2050. Para manter constante a proporção entre trabalhadores e pensionistas, seriam necessários 13,5 milhões de imigrantes por ano.

As evidências demonstram o absurdo e a contradição da xenofobia na Europa, quando a extrema-direita, com seu discurso nacionalista, se coloca contra os próprios interesses de seus países. Pode ser também que, em função da sua superficilidade, a ideologia do racismo seja tão difícil de ser combatida. Quando os interesses particulares das pessoas são manipulados de tal forma, que o passado não tenha mais sentido e que as perspectivas racionais de futuro sejam concebidas como inalcansáveis, operam idéias que nem sequer mais eram levadas a sério.

http://www.espacoacademico.com.br/013/13andrioli1.htm

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O racismo e a xenofobia na Europa

A Europa, tal como os restantes continentes, vive sob o impacte da globalização, de uma maior mobilidade internacional e do incremento dos fluxos migratórios. O aumento da intolerância política, religiosa e étnica bem como o desencadear de vários conflitos armados, dentro e fora do espaço europeu, provocaram a saída de inúmeros contingentes populacionais das suas terras, refugiados nem sempre bem acolhidos em ambientes que lhes são pouco familiares. Carências económicas, a par de problemas sociais vividos pelos cidadãos de determinado Estado, têm contribuído para o surgimento de tensões evidenciadas sob formas de racismo “flagrante” e “subtil” contra determinados grupos, entre os quais comunidades migrantes e minorias étnicas ou religiosas (por exemplo, os ciganos, os judeus, os muçulmanos). Tais ressentimentos têm sido agravados pelo fomento de doutrinas xenófobas por parte de partidos políticos, designadamente os de extrema-direita, que não só deles se aproveitam para justificar períodos de maior vulnerabilidade económico-social no seu próprio país, como ainda, através dos nacionalismos exacerbados patentes nos seus discursos, adicionam às ideologias já enraizadas novas ondas de intolerância. Embora tendo presentes os maus exemplos do passado (Holocausto, apartheid, etc.), a verdade é que sentimentos desta natureza persistem na Europa, em prejuízo de indivíduos ou colectivos segregados, independentemente do seu nível económico e da partilha ou não dos valores, princípios e matrizes fundamentais da sociedade de acolhimento. Em todo o caso, os níveis e expressões de racismo variam muito de país para país, espelhando não só diferentes posturas e modos de lidar com a presença de imigrantes, minorias étnica e estrangeiros, como também políticas mais ou menos consistentes de combate à discriminação (saliente-se a atenção depositada pela Holanda e Reino Unido a estas questões).

«A Europa é uma sociedade multicultural e multinacional que se enriquece com esta variedade. No entanto, a constante presença do racismo na nossa sociedade não pode ser ignorada. O racismo toca toda a gente. Degrada as nossas comunidades e gera insegurança e medo.»

Pádraig Flynn, Comissário Europeu

É preciso…

A atitude perante o “outro” depende em larga medida de uma sobreposição, por vezes contraditória, de identidades, influências e lealdades, cuja interacção resulta numa disposição particular para a cooperação transnacional. De forma a podermos combater os impulsos conflituosos que derivam de todo este contexto, é preciso encontrar o que Talcot Parsons chama de “core system of shared meaning”.

É preciso, nacional e internacionalmente, promover um relacionamento institucional, económico, político, social e inter-pessoal coerente.

Esta coerência passa pelo reforço da interculturalidade. E esta assenta no conhecimento do “outro”, daí a sua importância fundamental no combate ao racismo e à xenofobia, que assentam em preconceitos resultantes do desconhecimento ou conhecimento deturpado.

A interculturalidade é uma batalha a ganhar gradualmente e vários são os campos onde podem ser levadas a cabo acções decisivas. A Educação é, sem dúvida, uma das áreas onde numerosas vitórias podem ser conseguidas. Não é, na verdade, uma tarefa fácil mas é certamente uma das vias a seguir dada a sua influência estrutural na preparação dos cidadãos de amanhã.

Daqui

http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/filosofia/filosofia_trabalhos/racismoxenofobia.htm

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http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/brasileirosrepatriados/

1 Response to "Migrações e xenofobia"

vai tomar no cu

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